Custo a acreditar que passei.
Sou passado, vou passando
quase sem perceber.
Digo que tenho todo o
tempo do mundo, mas,
tempo para quê?
Quando o tempo me
fora precioso, simplesmente
o deixei passar, precisava
me sustentar.
Agora tenho o suficiente, tenho
tempo, mas não
sei o que fazer com ele.
Dizem que as escolhas são nossas,
e que cabe a cada um
a mudança! Será?
E a famosa fidelidade ao
que se conquistou, ao
que durante a nossa história
se consagrou?
Como arrogar a obra do destino
que colocou lutas em minhas mãos,
que me aprimorou para que assim pudesse
hoje viver mais tranquila?
Se colocar a minha história em risco,
pela mera especulação da felicidade,
talvez não haja mais
tempo para nada, nem mesmo
para recomeçar.
Hertinha
Total de visualizações de página
Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
Queria novamente as estradas que percorriam minha alma, corajosas com suas nuvens de pó a fechar meus olhos. Dando nome ao novo, sussurrando...
-
Ando em linha reta pelos caminhos tortos, morro um pouco, mas não por completo. Sei que a justiça tarda, mas, um dia, ela trará as sua...
-
Eis que ainda brilha a esperança no pó da estrada. Sem cavaleiro, o cavalo troteia; sem trovador, os versos encontram seu destino. Ainda se ...
Nenhum comentário:
Postar um comentário