A fada madrinha está fadada a morrer,
sua varinha não funciona: A abóbora apodreceu, a
princesa sumiu, o príncipe adoeceu
A carruagem se transformou em fogo, o fogo
consumiu o romantismo e o castelo desmoronou.
Eis uma praga do Egito que ninguém sequer falou: amor
ao contrário, amor que mata, que se transforma em ódio
após amor.
Mundo podre ou gente podre amando o mundo, como
se o mundo fosse seu?
Em que partido nos partimos, em que nos
transformamos após nascer?
Liberdade de promessas que nem sequer se ouviu falar,
se corrompe em cada esquina e em braços
desleais se escora.
O direito se tornou defeito, o esquerdo o direito que de
todo se fartou.
Os montes clamam pelo bem, o bem jaz nas planícies,
onde homens se aninham.
Esquadrinhando a vida, a morte a perder de vista,
e a vista turva e egocêntrica, só a enxergar seus tostões.
Consumismo consumindo almas, divertindo-se calma
no comunismo da paixão..
Hertinha Fischer
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Eco do fim
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