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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

sábado, 14 de janeiro de 2017

Sombra

Do corpo nada sobra, a não ser o que se deita numa caixa ao adormecer
numa noite qualquer, sobre o mudo silêncio em meio
ao barulho de lágrimas.
na ânsia de preservar o que morre, me esqueço
do que permanece vivo na espera pelo
perfeito dia em que se desperta.
Amo desgastar-me só para parecer
que não morro, amo preservar em mim,
o que á outros possa interessar.
E a deriva de olhos alheios eu ando, até
me perder por completo, de mim...
Herta Fischer

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