Folhas amareladas é o que restou,
do poema de um tempo
que passou.
Sonhei, sonhou...
No romantismo da idade precoce,
o amor era maior.
Nos momentos a sós eu escrevi trechos
lindos, pensando em você.
E no fundo de uma gaveta qualquer,
o sentimento evaporou,
assim como a folha que amarelou.
Hoje, encontrei-me com o mais singelo
amor,
através desse poema,
e reparei que só ficam
as coisas que o momento intensifica até considerarmos
passado.
E o passado que já foi presente na emoção de quem sentiu,
se não tiver registro, se perde em algum momento
na própria decadência do sentido, que
opera no momento apenas.
No momento em que se vive. Não mais!
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Restos do resto
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quinta-feira, 11 de setembro de 2014
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