Total de visualizações de página

Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

domingo, 21 de setembro de 2014

Realidade sentimental

Ah! É hoje!
Enquanto a vida segue, Eu, sem ritmo certo, sigo.
Não adianta ter um lápis á mão, quando não se sabe utilizá-lo.
nem boas idéias,
 sem saber o que fazer com elas?
Como um carro com combustível, motor ,e  todas as condições,
sem ter um bom motorista para conduzi-lo?
E é assim que sigo, direções e conversões adversas, e
um sentido que não me diz exatamente o que fazer.
tenho a minha frente uma porção de terra,
um céu a se seguir, mas, nenhum veículo que
 me leve, com a velocidade que me é perfeita.
Ah, se seu amor estivesse sobre minha responsabilidade,
se seu sorriso me bastasse?
Se a única condição me fosse adiantada,
sem cobranças, nem, nada?
Como astro e suas luzes, eu apenas existisse.
e suas diretrizes se intercalassem,
 na realeza do existir, do sentir-se completo.
Quando o amor só, pudesse falar o que sente,
sem sentir-se ameaçado, sobre
a sombra do que não se compreende,
mas que, a luz o definisse como
real.
E que só se compreendesse
através do caminho a seguir,
como se um passo a dada vez
fosse a realidade da
compreensão, sem
precisar de mentiras
para sobreviver.
Herta Fischer.









Nenhum comentário:

Postar um comentário