Ah, minha bela e desejável felicidade, onde estás?
Meu encontro com o belo príncipe, por que nunca aconteceu?
Se as estrelas indicam o caminho ao viajante perdido, porque
as minhas se apagaram justamente quando eu mais precisava?
Onde se escondeu a alegria quando meu corpo passou?
E bons pensamentos, positivos e alegrantes, porque me parecem tão distantes?
E as dores que me fizeram companhia, porque não despareceram
quando a tormenta passou?
E o seu amor, que transmitido foi a outro, porque nunca me alcançou?
Se estou no mesmo caminho, usando da mesma frequência, porque
nunca me escutou?
O cabo era tão curto, ou eu, que não suportava, ou que era tão pouco para
o que almejava, e fui ficando esquecida na correria da vida, e os seus sonhos camuflou?
Agora esta feliz com o pouco oferecido e meu amor tão profundo não
quis, nem deseja saber, mas era a imensidão
que hoje, talvez, lhe tornasse bem melhor do que já foi...
Herta Fischer.
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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
domingo, 21 de setembro de 2014
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