Fui caminhando alegremente.
como pássaro a cantar
como chuva a me molhar.
Sou fã da solidão
sou rima que virou canção.
A lágrima não me desanima.
a dor não me derruba,
pois acredito na sina.
Vou já tão logo, volto.
Sigo, sem nenhuma pressa.
Mesmo que queira que seja diferente
esse meu mundo é minha arte.
Se fico eu fico,
se vou, eu vou,
nem deixo saudades.
Pois, de tudo o que se vive
tudo é novidade,
que um dia deixa de ser.
Mas, enquanto viver.
vivo mesmo sem merecer.
Herta Fischer.
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Eco da alma
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quarta-feira, 12 de junho de 2013
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