As vezes podem me julgar um tanto depressiva, porém, sou apenas
um tanto nostálgica. Normal para quem carrega muitos anos nas costas.
O tempo passa depressa, não dá para assimilar bem o que nos acontece,
Parece que somos sempre os mesmos, não crescemos, somos
a criança que um dia chegou e ficou.
É complicado ser criança e ter que pensar como adulto, só porque
o tempo passou, e nos cobram essa posição.
Aprendemos sim, com um pouco de experiência, mas
temos um certo medo do novo.
Já sonhou estar dirigindo um carro sem saber dirigir e
pisou no acelerador sem saber qual a medida?
Pois é!
É exatamente assim que me sinto. As vezes, não sei
para onde vou. Nem de que forma faço para chegar, mas
vou a revelia, e sei que chego cada dia mais próximo do que se chama fim.
E não consigo entender esse fim, porque quando ele (o fim) chegar,
eu não conseguirei vê-lo.
Então, a minha moda, o final não existe enquanto o tempo existir.
É como escrever um livro. Se ainda existe espaço e ainda houver tempo para fazer ou
dar continuidade numa história, folhas infinitas podem fazê-lo eterno.
Herta Fischer.
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Restos do resto
Tento falar de outras coisas, mas elas sempre acabam sendo as mesmas. Os encontros viraram vazio, quem ainda se conhece? A cama guarda o car...
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Sou eu
Que bom que existe um amanhã. Assim espero!
Todo dia se torna apenas uma esperança de continuidade,
e o passado, lapsos de lembranças.
Meu lema...Tudo passa!
Enquanto não passa eu apenas confio.
Haverá alguém que me pergunte;
Porque tem pressa para que tudo passe?
E eu respondo:
- Mesmo que eu não queira, tudo passa do mesmo jeito!-
Aproveito, sim, os meus momentos todos, sendo
bons ou ruins, não tem outro jeito, não da para acelerar
ou parar o tempo.
Mas de alguma forma, eu saio de mim, um pouco, quando
uma situação desagradável me alcança. Se me alcançou, também, me passa.
Difícil me entender quando sou eu, mais fácil quando que,
para agradar, preciso me pintar da outra cor.
Se sou azul, não me confundo, sou....Mas se, sendo azul, me querendo
de outra cor, tentam me modificar. Ai, não consigo ser mais nada.
Herta fischer
Todo dia se torna apenas uma esperança de continuidade,
e o passado, lapsos de lembranças.
Meu lema...Tudo passa!
Enquanto não passa eu apenas confio.
Haverá alguém que me pergunte;
Porque tem pressa para que tudo passe?
E eu respondo:
- Mesmo que eu não queira, tudo passa do mesmo jeito!-
Aproveito, sim, os meus momentos todos, sendo
bons ou ruins, não tem outro jeito, não da para acelerar
ou parar o tempo.
Mas de alguma forma, eu saio de mim, um pouco, quando
uma situação desagradável me alcança. Se me alcançou, também, me passa.
Difícil me entender quando sou eu, mais fácil quando que,
para agradar, preciso me pintar da outra cor.
Se sou azul, não me confundo, sou....Mas se, sendo azul, me querendo
de outra cor, tentam me modificar. Ai, não consigo ser mais nada.
Herta fischer
domingo, 21 de setembro de 2014
Nunca foi pra mim..
Ah, minha bela e desejável felicidade, onde estás?
Meu encontro com o belo príncipe, por que nunca aconteceu?
Se as estrelas indicam o caminho ao viajante perdido, porque
as minhas se apagaram justamente quando eu mais precisava?
Onde se escondeu a alegria quando meu corpo passou?
E bons pensamentos, positivos e alegrantes, porque me parecem tão distantes?
E as dores que me fizeram companhia, porque não despareceram
quando a tormenta passou?
E o seu amor, que transmitido foi a outro, porque nunca me alcançou?
Se estou no mesmo caminho, usando da mesma frequência, porque
nunca me escutou?
O cabo era tão curto, ou eu, que não suportava, ou que era tão pouco para
o que almejava, e fui ficando esquecida na correria da vida, e os seus sonhos camuflou?
Agora esta feliz com o pouco oferecido e meu amor tão profundo não
quis, nem deseja saber, mas era a imensidão
que hoje, talvez, lhe tornasse bem melhor do que já foi...
Herta Fischer.
Meu encontro com o belo príncipe, por que nunca aconteceu?
Se as estrelas indicam o caminho ao viajante perdido, porque
as minhas se apagaram justamente quando eu mais precisava?
Onde se escondeu a alegria quando meu corpo passou?
E bons pensamentos, positivos e alegrantes, porque me parecem tão distantes?
E as dores que me fizeram companhia, porque não despareceram
quando a tormenta passou?
E o seu amor, que transmitido foi a outro, porque nunca me alcançou?
Se estou no mesmo caminho, usando da mesma frequência, porque
nunca me escutou?
O cabo era tão curto, ou eu, que não suportava, ou que era tão pouco para
o que almejava, e fui ficando esquecida na correria da vida, e os seus sonhos camuflou?
Agora esta feliz com o pouco oferecido e meu amor tão profundo não
quis, nem deseja saber, mas era a imensidão
que hoje, talvez, lhe tornasse bem melhor do que já foi...
Herta Fischer.
De belos contos,,, Só o inverso
Nos meus sonhos de menina, quanta alegria, quanta ilusão.
No decorrer do tempo, quanta descoberta, quanta emoção.
E após tantos anos, só tristeza, só solidão.
Minha fada não era madrinha, minha poção nunca foi mágica,
minha logica, nunca foi solução.
E minha noite de nostalgia, nunca foi noite, sempre era dia,
e dormir eu nunca podia.
Meu sapo que nunca foi príncipe, meu castelo que sempre foi sonho,
meu sonho que desvanecia e que sempre me corrigia.
Minha corrida sempre foi caminhada, meu trilho que nunca foi estrada,
e o amor que me corrompia e o romance nunca acontecia.
E a abobora que apodrecia antes mesmo que virasse carruagem, minhas vestes
viravam trapos enquanto o baile acontecia.
E minha alegria de conto, no foram felizes para sempre, se
acabavam antes que a noite virasse dia.
E era assim que acordava, sem beijo de amor, sem flores nem beija-flores,
nem lembranças, só rancores....
Herta Fischer.
No decorrer do tempo, quanta descoberta, quanta emoção.
E após tantos anos, só tristeza, só solidão.
Minha fada não era madrinha, minha poção nunca foi mágica,
minha logica, nunca foi solução.
E minha noite de nostalgia, nunca foi noite, sempre era dia,
e dormir eu nunca podia.
Meu sapo que nunca foi príncipe, meu castelo que sempre foi sonho,
meu sonho que desvanecia e que sempre me corrigia.
Minha corrida sempre foi caminhada, meu trilho que nunca foi estrada,
e o amor que me corrompia e o romance nunca acontecia.
E a abobora que apodrecia antes mesmo que virasse carruagem, minhas vestes
viravam trapos enquanto o baile acontecia.
E minha alegria de conto, no foram felizes para sempre, se
acabavam antes que a noite virasse dia.
E era assim que acordava, sem beijo de amor, sem flores nem beija-flores,
nem lembranças, só rancores....
Herta Fischer.
O que temos não tem valor
Quantas vezes eu tentei tirar os laços.
Quanta vezes, eu tentei pensar em liberdade.
Em viver por mim, em pensar em mim, em
sair, porque não, de mim.
Sou necessária?
Até quando terei que por os meus ovos na areia,
para depois sumir mar adentro, sem saber ao certo se
eclodirá?
De que me servem os pés, acorrentados?
De que me servem os sorrisos, sem significados?
E o tempo,
Pra que me servem tantos, se o que faço não
trazem nenhum resultado?
Sou aquele montinho de areia, que o vento, após soprar por algum tempo,
depositou naquele espaço,
sonhando que em algum momento voltaria para buscá-lo,
e que, depois se entristeceu por não mais encontrar seu
destino. pois vieram pés, e sem misericórdia alguma
o desfizeram sem saber a quem entristeciam?
E o vento passou, e se fizeram novos montes, e se desfizeram
novamente, até
que toda a areia se
transformassem em
algo insignificante aos pés de quem passava,
muito menos ao vento
que tanto amava....
Herta Fischer,
Quanta vezes, eu tentei pensar em liberdade.
Em viver por mim, em pensar em mim, em
sair, porque não, de mim.
Sou necessária?
Até quando terei que por os meus ovos na areia,
para depois sumir mar adentro, sem saber ao certo se
eclodirá?
De que me servem os pés, acorrentados?
De que me servem os sorrisos, sem significados?
E o tempo,
Pra que me servem tantos, se o que faço não
trazem nenhum resultado?
Sou aquele montinho de areia, que o vento, após soprar por algum tempo,
depositou naquele espaço,
sonhando que em algum momento voltaria para buscá-lo,
e que, depois se entristeceu por não mais encontrar seu
destino. pois vieram pés, e sem misericórdia alguma
o desfizeram sem saber a quem entristeciam?
E o vento passou, e se fizeram novos montes, e se desfizeram
novamente, até
que toda a areia se
transformassem em
algo insignificante aos pés de quem passava,
muito menos ao vento
que tanto amava....
Herta Fischer,
Só pra si
Eu falei, quando o silencio era melhor,
Pois de silencio eu estava já estava farta.
De sim, eu me perdi, e agora,
no não, eu preciso me encontrar.
Sei que pra você, o sim, quando quer,
é o melhor.
mas eu, me perco em meus medos,
quando digo sim, ao que não
me traz satisfação,
só para sentir-me melhor ao
te agradar,
Porém me acabo,
quando seu desejo explode,
e eu não mais faço parte
do seu mundo.
Ao dormir, já em seu sonho,
me desalinho,
e sozinha, eu
durmo em meu travesseiro, só.
E ao acordar, a satisfação da noite já se foi,
e meus pés sedentos de passos
já não aguentam meu próprio peso,
enquanto os seus, suportam o caminho
que eu te preparei, por amar-te demais.....
herta Fischer,
Pois de silencio eu estava já estava farta.
De sim, eu me perdi, e agora,
no não, eu preciso me encontrar.
Sei que pra você, o sim, quando quer,
é o melhor.
mas eu, me perco em meus medos,
quando digo sim, ao que não
me traz satisfação,
só para sentir-me melhor ao
te agradar,
Porém me acabo,
quando seu desejo explode,
e eu não mais faço parte
do seu mundo.
Ao dormir, já em seu sonho,
me desalinho,
e sozinha, eu
durmo em meu travesseiro, só.
E ao acordar, a satisfação da noite já se foi,
e meus pés sedentos de passos
já não aguentam meu próprio peso,
enquanto os seus, suportam o caminho
que eu te preparei, por amar-te demais.....
herta Fischer,
Enquanto se deseja
Ontem, eu tentei te dizer, ontem, eu tentei ser eu mesma
pra você.
E como sempre, você se esquivou, me abraçou,
e seguiu em frente.
Você se camufla como caranguejo a beijar o barro, não se
define em você mesmo,
e quer me transformar em outra coisa,
como se não se resolvesse.
Eu, o que sou,
uma sombra que
morre ao meio dia,
quando os seus desejos se distanciam?
E após, vai se desenhando timidamente,
quando se despertam seus instintos?
E ao cair da noite é um vulto expressando
sua orientação e assimilando o
que realmente quer sobre
o manto que te faz tão sóbrio?
E quando o sono te deseja,
a letargia te cobre, e o esquecimento
do amor que eu te dei se perde
na ilusão da tua satisfação,
esquece-me.
E eu, continuo a lembrar teus beijos,
na continuidade da noite a seguir.
Herta Fischer,
pra você.
E como sempre, você se esquivou, me abraçou,
e seguiu em frente.
Você se camufla como caranguejo a beijar o barro, não se
define em você mesmo,
e quer me transformar em outra coisa,
como se não se resolvesse.
Eu, o que sou,
uma sombra que
morre ao meio dia,
quando os seus desejos se distanciam?
E após, vai se desenhando timidamente,
quando se despertam seus instintos?
E ao cair da noite é um vulto expressando
sua orientação e assimilando o
que realmente quer sobre
o manto que te faz tão sóbrio?
E quando o sono te deseja,
a letargia te cobre, e o esquecimento
do amor que eu te dei se perde
na ilusão da tua satisfação,
esquece-me.
E eu, continuo a lembrar teus beijos,
na continuidade da noite a seguir.
Herta Fischer,
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