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Eco da alma

Havia tantas portas fechadas que abri-las já não importava. Sempre haveria um lugar onde o tempo se encostava. Segurava-se a uma espécie de ...

sábado, 6 de julho de 2013

poesia

De trapos fiz minha rede.
alma sem rumo, alma despida.
Na noite e no dia, dividida.
De crises, de lágrimas,
também se vive.
Traço meu limite,
no braço do amigo,
que de longe me vê.
Pois de perto,
o que tenho sou só eu.
Busco no infinito,
uma força maior que eu,
que me possa salientar.
As medidas que Deus me deu...
Autora: Herta Fischer.

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