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Eco da alma
Havia tantas portas fechadas que abri-las já não importava. Sempre haveria um lugar onde o tempo se encostava. Segurava-se a uma espécie de ...
segunda-feira, 1 de julho de 2013
A parábola do fariseu e do publicano
Propôs também essa parábola a alguns que confiavam em si mesmos por se considerarem justos, e desprezavam os outros:
Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: Um fariseu e o outro publicano.
O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma:
Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano;
jejuo duas vezes por semana e dou o dizimo de tudo quanto ganho.
O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo:
Ó Deus, sê propício a mim, pecador!
Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo aquele que se exalta, será humilhado; mas, o que se humilha, será exaltado.
Lucas 18
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