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Restos do resto

Tento falar de outras coisas, mas elas sempre acabam sendo as mesmas. Os encontros viraram vazio, quem ainda se conhece? A cama guarda o car...

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Fim da colheita

Pois é!
Mais uma vez estou aqui neste mundo
ilusório das letras.
Tecendo uma a uma a vontade de
ser aceita, mesmo na insignificância
em que vivo.
Minhas formas de ver e ouvir, mas
principalmente de aprender é esta,
que de tudo, eu possa tirar proveito.
Minha vida, ou, meu viver, tem as mesmas limitações
de qualquer ser que vive, não dá para fazer diferente.
Assim como uma plantinha precisa da terra e de seus
componentes, do sol e de seus nutrientes, eu também
preciso de uma condição favorável que me abasteça e
que não me deixe desistir.
Sei que as pessoas não estão muito preocupadas umas
com as outras, nem se importam muito com
o bem estar alheio, cada uma vive para si, querendo
vivenciar as suas próprias conquistas, para permanecerem
saudáveis e confiantes no segundo seguinte.
Enquanto que, eu vou passando, em meio a tudo isto,
sem merecer uma medalha sequer.
Vivi para os outros, semeei para os outros, cheguei
ao ponto de esquecer de mim.
Hoje me faz falta a minha própria identidade, sei um pouco
de todos, mas não sei de mim.
Que me interessa saber da vida e de suas circunstância,
ter conhecimento sobre tudo um pouco, se não posso
mais voltar no tempo, ou mudar o que já foi feito, ou
renovar-me para recomeçar?
Se preciso recomeçar, tem que ser daqui, onde a ferrugem
do tempo já fez seus estragos, preciso lixar-me, e preparar-me
para receber novas camadas de cores.
Porém, parece muito fácil para quem fala, mas, muito difícil
para por em prática, mesmo porque, a forma de viver dos
homens não muda. E quando muda, muitas vezes, é para pior.
Casa-se, cria-se filhos, e como abrir mão das responsabilidades
que isto acarreta, como viver paralelamente uma outra história?
Não dá para falar de mim, se a minha história se encontra com
a história do outro, ou, de outros.
Como acrescentar para mim, sem ferir, sem constranger aqueles
que em mim confiam?
Se preparei um ninho, se nele criei meus filhotes, como me arrepender,
quando por certo, chegar a hora de vê-lo vazio?
Como farei para preencher este vazio, se já não posso substituí-los, se
não há mais tempo para construir outros ninhos?
Hei de ver a palha seca, e a observar de longe, o vento levar
meu suado trabalho, e ainda ter que ser forte para ouvi-los
dizer que tudo foi em vão, que meu trabalho se perdeu, por
ser eu uma farsa, por nunca ter aprendido a viver de verdade.
Triste fim de um poeta falido, que olhou e percebeu, que fez
mais do que imaginava ser capaz, foi desvendando seu próprio
caminho com a habilidade de construir para si mesmo, e no final,
nada restou, a não ser a perda total de sua majestosa obra,
que o tempo fez questão de arrasar.

Herta Fischer





terça-feira, 7 de abril de 2015

Sem líder, sem direção

Já opinei sobre vários assuntos e, se escrevi, é porque esse é o meu jeito de ser. Dizer que nunca pensei mal de alguém ou que nunca cometi erros seria mentir para os outros e para mim mesma. Muitas vezes, colocamos a culpa de nossos fracassos na vida, no destino ou, pior, em outras pessoas. Hoje em dia, ainda mais, quando para minimizar um ato terrível contra alguém, há quem justifique o agressor dizendo que foi consequência do seu passado. Se fosse assim, seria fácil demais: não haveria no mundo quem fizesse o bem, pois todos, ou a maioria, quando crianças, sofreram algum tipo de bullying, seja de um familiar, de um colega de escola ou de alguém próximo que não era da família. Eu mesma posso contar minha história difícil, por ter nascido entre três irmãos mais velhos e uma irmã mais nova. Toda a atenção e cuidado iam para a caçula, e o que sobrava era dividido entre os mais velhos. Eu ficava no meio, sufocada pela falta de compreensão, com uma ânsia enorme de ser amada e de que, pelo menos uma vez, percebessem a minha existência. Fazia de tudo para ser notada, obedecendo a todos, como um cordeirinho perdido chamando pela mãe. Acho que, pela minha inteligência precoce (modéstia à parte), eu entendia bem o que acontecia à minha volta e sabia distinguir os sentimentos que cercavam minha família e os outros. Em casa, quando meus irmãos brigavam por coisas banais, eu me encolhia, como se fosse comigo. Tinha medo das minhas escolhas, insegurança até na forma de me expressar, então desenvolvi um método especial: pensar e conversar comigo mesma. Na solidão triste dos meus dias, fazia companhia a mim mesma dia e noite; durante o dia, tentava me acertar com a sorte, e à noite, com meus medos. Eu e minhas três irmãs dormíamos na mesma cama, empilhadas uma sobre a outra.

Herta Fischer











segunda-feira, 6 de abril de 2015

Responsabilidade debilitada

Por que nós vivemos tão presos a matéria, e
também voltados para o próprio bem estar?
Quando iremos de fato, investir um pouco mais
na atenção aos que estão do nosso lado?
Em relação à filhos, principalmente!
Enquanto criança não há tanta necessidade de
conselhos, nem de presença, mas na adolescência isto
se torna essencial.
Sabe, quando temos que encarar uma viajem ao desconhecido,
e não sabemos ao certo, como vai ser?
Como ter uma doença e não sabermos como encarar a dor, ou
como lidar com ela?
Então, na idade da transição é assim que nos sentimos, não somos
mais criança  e também ainda não nos formamos como adultos.
Estamos entre a cruz e a espada, pela primeira vez em nossas vidas,
vamos precisar de toda força para nos resolvermos sozinhos, encarar
os nossos medos em relação aos outros, e aprendermos a viver em
sociedade, sem no entanto, nos sentirmos ameaçados pelas consequências
da postura daqueles que não receberam a mesma educação que nós.
Neste trecho do caminho a figura materna e paterna fazem toda diferença,
não no que diz respeito a defesa extrema dos filhos, mas sim, no acompanhamento
às dificuldades que eventualmente forem aparecendo.
Estar presente não significa estar sempre por perto, significa lançar diariamente
a   sementinha da confiança, mostrando real interesse pela causa, mesmo que
no momento, possa parecer-lhe insignificante.
Muitas vezes, os filhos querem falar sobre sexualidade, por exemplo: E a gente
tem um certo pudor para falar sobre isto, como se não fizesse parte da normalidade da vida,
mas o faz, e não importa a idade, isto, cabe perfeitamente na sinceridade.
O verdadeiro desafio é enfrentarmos a realidade nua e crua, sem rodeios, e sem fábulas.
A amizade entre pais  e filhos é a melhor forma de amor, pois traz a luz a verdade das
coisas, sem que seja preciso usar de agressões.
A forma de informações que chegam através da televisão e da internet, pode causar
muitos estragos na vida de um(a) adolescente. Quando o individuo não está preparado para ouvir.
De um lado, prega-se a normalidade das coisas e das escolhas. Tanto faz o que escolhe. De outro,
pregam a anomalia educacional, quanto ao que escolher ou aceitar como certo ou errado.
Até os adultos ficam confusos, o que estava em seu lugar, repentinamente dispara para
outra direção.
Esconder das crianças a realidade do mundo, é falsificar dentro delas, o crescimento,
e quando elas precisarem se posicionar, de fato, no mundo, entram em colapso, por sentirem-se
inseguras.
Como realmente devo me comportar?
Precisamos alicerçar a mente de nossos filhos, para que eles possam se sentir seguros
em suas escolhas, por eles mesmos, Sem que, para isto, seja preciso descriminar.
Porém, os próprios pais não estão nem ai, esquecem que os filhos crescem, e o deixam
no banco de reservas sem treino algum, E quando o chamam para jogar, ficam cobrando
posições.
Ai, ai! Como é difícil viver no mundo, ainda mais quando as pessoas vivem tantas
hipocrisias colocando o ser humano em último plano, mais vale as vaidades que
um bom conselho?

Herta Fischer







sexta-feira, 3 de abril de 2015

Não se deve julgar Deus pelas ações humanas

Que importa de onde viemos,
ou para onde vamos?
De qualquer forma algum dia
saberemos, ou não?
Quem aqui vive sem questionar,
ou questionando, terá o mesmo fim.
Eu acho muito interessante quando
certas pessoas ficam perdendo seu precioso
tempo para fazer outros desacreditarem de
Deus.
Se você acredita que Deus não existe, e fica falando
mal daquilo que não entende, sem poder explicar
a teoria da não existência de Deus, para Ele,
isto não faz a mínima diferença.
Eu ouvi alguém dizendo num desses dias:
- A religião deve ser uma relação íntima, cada
um faz a sua parte, segundo acredita, dentro
de casa ou na rua, seja você a sua fé, não impute
isto à outro.
O que eu defendo aqui, não defendo para os outros,
e, sim, para mim e para aqueles que assim como eu,
não agem como quem veio do nada, e para o
nada volta.
 Pouco importa de que material fomos feitos, se de barro, ou
de ferro, o que se vê, é que, de qualquer maneira, estamos aqui,
isto é incontestável.
Quando alguém puder, de fato, me dar uma resposta plausível
e concreta sobre o evolucionismo, e me mostrar com clareza
que viemos de algo que não seja da grande inteligência
de Deus. Então, me diga! Enquanto isto não acontece, eu estou
intimamente ligada em minha fé. Haverá sempre alguém
contestando este meu conceito, e  eu digo com todas
as letras: Não faço isto para que possa me realizar, nem
para me safar dos meus erros, ou para ganhar a salvação.
Eu estou intimamente ligada a fé que defendo, porque
isto me foi imputado, não pelo desejo humano, nem por
nenhuma  outra sugestão , que não seja, algo que nasceu
em mim, pelo muito procurar por respostas.
Não é preciso ser muito inteligente para chegar a conclusão,
de que, existe, por trás de todo este véu de vaidades, algo
muito mais concreto do que tudo isto, que faz com que
ainda existam certas pessoas tão equivocadas e tão
sem noção à respeito de si mesmo e da vida.
Se a vida consiste em apenas esse espacinho miserável
de tempo, em que, cambaleamos em busca de dinheiro
e do que ele compra, guerreando contra doenças perniciosas,
disputando companhia, e tendo filhos para nada. Então, somos os
 mais miseráveis dos homens.
Defender  muito a vida, mesmo sabendo que haverá fim, que
não podemos fazer nada para acrescentar nenhum dia a mais,
e ainda dizer, que não há nenhuma esperança depois, é o mesmo
que cair num vazio permanente, ficando atrás de um espelho,
a contemplar o nada.
Se o homem surgiu, assim como sugere o evolucionismo,
 de um organismo unicelular, então porque ainda
precisa-se do homem e da mulher para reprodução?
Por que a inteligência humana ainda continua tão arcaica
a ponto de não conseguir explorar o universo inteiro, e
nem explicar a combinação das diferentes matérias para
que surjam outras, sem precisar usar o que já existe?
Acreditar ou não, que existe um Deus, é de cada um, agora,
ficar criticando a escolha e a fé do outro, sem ter argumentos fortes,
é coisa de quem já morreu e esqueceu de despedir-se.
O que é preciso antes de contestar, é tentar chegar próximo da verdade,
procurando ver na luz do espírito, pois sabemos que algo vive dentro
do corpo, por isto o corpo morre, se não houvesse nada dentro
do corpo, por certo, o corpo permaneceria em crescimento.
Por que haveriam de negar a existência de Deus e de Cristo, quando tantos,
e até mesmo os que o negam, não conseguem provar o contrário.
Quem são os homens?
Explique-me de onde vieram, e para que existem?
Depois, sim, conversaremos sobre algo maior, por que se não
sabem me explicar coisas insignificantes, que dirá explicar  algo tão grandioso
como o Deus vivo?
Que ameaça pode causar a alguém a minha crença?
A grande ameaça está naqueles que dizem crer, e que usam da falsa crença para
extorquir e enganar, ou se amparam na falsa doutrina que eles mesmos criaram
para se colocarem como representantes de Deus sem o ser, descriminando
as pessoas sem  nenhuma razão para isto.
O que Deus espera dos homens, Ele deixou escrito, e nunca te recrimina
por nada, apenas te adverte, mas a escolha, deixou ao encargo de cada
um. Quem faz as cobranças são os homens, não Deus!

Herta Fischer
























quarta-feira, 1 de abril de 2015

Tudo faz sentido

Como é bom saber que não fui totalmente
inútil.
Fiz trabalho e também dei trabalho.
Sondei pessoas em seu íntimo, conheci
o desconhecido.
Usei para descobrir, e descobri do
que usava.
Cada vez que olho com meus
olhos internos, todos
os feitos fincados no tempo
para trás, é como se agora
ficassem tão imensos.
Um poeirinha lá atrás,
que deveras foi crescendo
até tornar-se um montão
de experiências que
hoje faz sentido.
Eu estive lá; no passado,
agora estou aqui; no futuro,
nem precisei da máquina do tempo, fui
andando, desbravando tempo, como
ponteiro de um relógio, tic-tac, aqui cheguei.
Foi especial; quantas vistas, quantas pegadas,
quanto caminhar,
quantos rostos, quantas alegrias,
inimagináveis, incontáveis sorrisos.
Viajei pela vida como um trem veloz
em seus trilhos, cercado pelos sonhos
de quem chegou ou partiu.
E ainda me restam caminhos,
menos longos, mas, talvez, mais
bonitos, pois quanto mais próximo
estamos do nosso destino,
mais emocionante torna-se a
jornada.

Herta Fischer





A vida não me desapontou

Não, a vida não me desapontou! Pelo contrário, todos os anos a acho melhor, mais desejável, mais misteriosa... desde o dia em que vejo a mim a grande libertadora, a ideia de que a vida podia ser experiência para aqueles que procuram saber, e não dever, fatalidade, duplicidade!... Quanto ao próprio conhecimento, seja ele para outros aquilo que quiser, um leito de repouso, ou o caminho para um leito de repouso, ou distracção ou vagabundagem, para mim é um mundo de perigos, é um universo de vitórias onde os sentimentos heróicos têm a sua sala de baile. «A vida é um meio de conhecimento»; quando se tem este princípio no coração, pode viver-se não somente corajoso mas feliz, pode-se rir alegremente! E quem, de resto, se ouvirá, portanto, a bem rir e a bem viver se não for primeiramente capaz de vencer e de guerrear?

Friedrich Nietzsche, in "A Gaia Ciência" 

Alegro-me em dizer que daqui do
meu quarto, eu ainda posso ver as estrelas.
Participo da vida e sobre meus olhos, toda beleza
desponta.
Quando muitos estão irados, por uma controvérsia
ou outra, eu apenas ouço o som noturno, que
me inspira a deixar todas as magoas de lado.
A razão que hoje me leva, não é mais a mesma
razão de ontem, pois ontem eu era espinho,
hoje sou flor.
Encontrei o meu lugar longe de confusão, o
meu dias e minhas noites tornaram-se tão claras,
percebi que o bom viver me faz bem viver.
Tenho ainda muitas responsabilidades, aquelas
que me vieram sem que eu precisasse chamar.
Percebi que o que me faz feliz, não é a minha gloria, nem
os holofotes da vida em minha direção. Percebi
que, o que me faz feliz, são os sorrisos que colho,
quando meu coração é bom.
Sei que ainda é pouco, pois na entrega da minha carreira
do lar, quase que não me sobra muito tempo para doar.
Então, me satisfaço em realizar-me como abelha, ou
como formiga, apenas na satisfação do que a natureza
me propôs.
Não é muito, mas eu também não sou muito, então,
está tudo no um a um.
Já curti a criancice, já curti a adolescência, e também
todas as etapas da juventude, agora curto o melhor
tempo, o tempo do rejuvenescimento da alma.
O corpo definha, mas a alma se revigora, a cada etapa
que venço.
E quanto mais me aproximo do pote, mais cores me visitam,
no arco-iris sem fim.
Herta Fischer









A vinda do Senhor

Pois é, eu vejo muitas pessoas
fazendo chacotas sobre o bom proceder.
Quando a gente  tenta dirigir o ser para
algo maior.
Zombam de Deus e de seus ensinamentos,
mas quando Ele voltar, eu só quero ver o
que farão ou dirão.
Assim como no tempo de Moisés, quando ele
entrou na arca, ele e sua família, e veio o
dilúvio,  no qual ninguém acreditou, e tentaram
salvar as suas vidas, e nada puderam fazer.
Apenas Noé e sua família foram salvos.
O que me dirà o escarnecedor:
Que houve injustiça da parte de Deus?
Assim como nos dias atuais, quando todos
comem e bebem, compram e se satisfazem, negam a
soberania de Deus, negam a salvação por meio
de Cristo. E depois, quando vier o fim, e Cristo
tomar o que lhe pertence e fechar as portas,
 os que ficarem de fora não terão do que reclamar.
Conhecerão a justiça, e ai, sim terão plena
compreensão de Deus. Mas será tarde demais para
eles.
Diz a palavra que a vinda do Senhor é certa.
Não queremos que vocês sejam ignorantes quanto aos que dormem, (morrem)
para que não se entristeçam como os outros que não tem esperança.
Se cremos que o Senhor Jesus morreu e ressurgiu, cremos também que
Deus trará, mediante o Senhor Jesus e com ele, aqueles que nele dormiram (morreram).
Dizemos a vocês, pela palavra do Senhor, que nós, os que estivermos vivos, os
que ficarmos até a vinda do Senhor, certamente não precederemos aos que dormem (morreram).
Pois, dada a ordem, com a voz do Arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio
Senhor descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro.
Depois nós, os que tivermos vivos, seremos arrebatados com eles nas nuvens para o encontro
com o Senhor nos ares.
E assim estaremos com o Senhor para sempre. Consolemos uns aos outros com
estas palavras.
Quanto aos tempos e épocas, não precisamos escrever-lhes, pois vocês mesmos sabem perfeitamente
que o dia do Senhor virá como ladrão à noite. Quando disserem: paz e segurança, a destruição
virá sobre eles de repente, como as dores de parto à mulher grávida; e de modo nenhum escaparão.
Mas vocês não estão nas trevas, para que este dia te surpreenda como ladrão, vocês todos são filhos da luz, filhos do dia. Não somos da noite e nem das trevas. portanto, não durmamos como os demais,
mas estejamos atentos e sóbrios ; pois os que dormem, dormem de noite, e os que se embriagam, embriagam-se à noite. Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo a couraça da fé
e do amor e o capacete da esperança e da salvação. Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para
recebermos a salvação por meio de  nosso Senhor Jesus Cristo. Ele morreu por nós para que,
quer estejamos acordados ou dormindo, vivamos unidos a ele. Por isto exortem-se e edifiquem-se
uns aos outros, como de fato vocês estão fazendo. (Tessalonicenses 3. 5)

Tememos a violência no mundo, tememos pela vida dos nossos familiares, tememos pelas
coisas materiais que adquirimos, porém, muito mais temor deveríamos ter de perder a
oportunidade que Deus está nos dando, para que realmente possamos de fato viver.
Prego, sim, prego este dom maravilhoso que Cristo nos revelou, para que todos venham a sentir
a mesma felicidade que estou sentindo. Deixem os surdos com suas surdez, e viva fazendo o
bem, mesmo que ninguém mais o faça. Há um premio bem melhor nos esperando, bem melhor
que a aparência de todos esses falsos prazeres passageiros que os homens insistem em defender.

Herta Fischer