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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quarta-feira, 27 de março de 2024

Ciranda noturna

 E as formosas tardes, roubando

o encanto da manhã,
A sorrir sol entre as árvores
Meu recanto, colorindo
a relva com giz amarelo.
E a luz sondando os telhados.
A boca da noite beijando as portas
que já se fechavam para dormir.
Quando tudo se apagava,
a luz aparecia entre as frestas.
E a serenata começava entre capins
A cantar para ninguém.
Os grilos chamavam os cri - cri
Os sapos tocavam tambor,
a lua dançava para o céu
e o céu descia para embalar o
sono do trabalhador.
Pirilampos exaltavam o
criador, acendendo a
pétala da flor.
Hertinha Fischer.

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