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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

sábado, 16 de março de 2024

Ensaios do pouco

 E lá estava, embarcando numa viagem nas asas do pensamento.

Plainando histórias
Brisa suave levantava fenos de esperança
Sem nenhuma delicadeza nem méritos, delirava nos pobres poemas. ricos
em mim
Uma mistura de simples com simplório. Juntados, como se junta frases pensadas com frases verbalizadas.
Percorria rios de memórias, charcos de intensão, muitas vezes, lamas de ilusão.
Eu, quem dera! Amante da arte, sem ferramentas sofisticadas. Punhos de aço.
O silêncio á me olhar com aqueles olhos de pidão.
E o mundo inteiro ao meu dispor: Eu só querendo alinhá-lo poeticamente.
Meus pássaros se aninhavam no alfabeto, e meus poemas punham ovos de plástico
Havia tantas coisas a contar, e ninguém para ouvir
Comecei a contar para os caminhos, para os lagos, e, muitas vezes, para a noite.
Horas a fio a desenhar em meus limites. Nada é mais fértil que a imaginação. É como aprender a ser médico, curando a si mesmo.
Ainda insisto nos traços. Poesia é desenho que não se desenha, se esboça.
Hertinha Fischer

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