Já me pediram para escrever com o coração, porém,
aprendi a escrever com as mãos.
Me perdoem! sou um tanto
vazia. As vezes, me sinto como
se estivesse bem longe.
Não sou como tantos, que fazem questão
de serem perfeitos. Eu me contento
com pouco, estou sempre buscando
alguma razão para tudo.
Amo a nudez dos pés, não faço
questão de sapatos.
Amo a simplicidade dos fatos, e das coisas,
tudo tem um sentido.
As árvores crescem, perdem suas folhas, outras
se fazem em seu lugar. E dai? porque tenho
que ficar contestando a vida, seus prazeres,
as vezes, idiota, que não fazem nenhum
benefício.
Vivo! Então, para que me preocupar
com o preço do pãozinho, do fumo,
dos impostos, se isto fazem antes
mesmo de eu nascer?
Eu crio o meu mundo, não dependo
de ninguém, Isto se faz com trabalho,
e trabalhar é muito bom.
Não importa, se capinando, ou
entrevado num escritório, o
que conta é seguir.
Se cheguei, algum dia terei
que ir embora, sem saber qual sera a hora,
então, o que me cabe?
Sorrir, seguir, ser feliz!
(Hertinha)
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Foco no objetivo
Ainda há tempo para recomeçar, mesmo que a “bateria” esteja fraca. Busco renovação. Meu corpo sente o desgaste do tempo, mas meu espírito de...
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
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