Ainda assim
pensarei quando
descer a nuvem sobre mim
e o sol desaparecer.
E o ultimo e derradeiro sentimento
se fizer neutro.
A de ser assim
como ultima tentativa
de um frustrado
a embocar-se em seu
projeto ignorante
sem medo de feridas
sem medo de ir.
Todos a volta contristados,
a olhar com piedade
á quem já não pode enxergar.
E já não faz diferença, nem o
amor, nem o ódio, só
o baixar-se em nível
inexistente.
A chorar segue os
que ainda podem,
a sofrer quem ainda pode
sentir, mas a quem recorrer
quando não se está mais aqui...
Herta Fischer
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Restos do resto
Tento falar de outras coisas, mas elas sempre acabam sendo as mesmas. Os encontros viraram vazio, quem ainda se conhece? A cama guarda o car...
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
Regresso do cardume
Despertei e sai quase que o
silêncio á sussurrar em meu ouvido..
O sol já despontava no horizonte
á exibir um vigoroso sorriso,
entrei numa onda de nostalgia que
me tirou da praia da satisfação
e me levou
para um vale de saudade.
A saudade causa uma sensação
de alivio, as vezes, mas, pode
também fazer faltar o chão.
Não sinto dor, não creio
que isto valha a pena, apenas lembranças
boas e povoadas de histórias flutuam em
minha alma, como
pássaros prontos para se realizar
em seus ninhos.
Antes de tudo é vazio, depois vai tomando forma.
Eu sei bem que não posso voltar no tempo,
nem esperar que a saudade os tragam de volta,
nem falar de meus sentimentos, e do quanto os amava.
Assim me sinto em relação a todos que se foram.
Como uma luz veloz fizeram suas trajetórias, e
se apagaram em algum momento de sonho,
creio não ter sido em vão.
Assim como uma gaivota que alça voo, e não
se importa quando virá o cardume, espera
silenciosamente pairando no ar, até que
seu desejo se forme na sabedoria das águas.
Eu também espero pelo dia da retomada,
quando então, a alva se abrir e o utero
estiver preparado, para novamente
fazer valer o desejo da vida.
Herta Fischer
silêncio á sussurrar em meu ouvido..
O sol já despontava no horizonte
á exibir um vigoroso sorriso,
entrei numa onda de nostalgia que
me tirou da praia da satisfação
e me levou
para um vale de saudade.
A saudade causa uma sensação
de alivio, as vezes, mas, pode
também fazer faltar o chão.
Não sinto dor, não creio
que isto valha a pena, apenas lembranças
boas e povoadas de histórias flutuam em
minha alma, como
pássaros prontos para se realizar
em seus ninhos.
Antes de tudo é vazio, depois vai tomando forma.
Eu sei bem que não posso voltar no tempo,
nem esperar que a saudade os tragam de volta,
nem falar de meus sentimentos, e do quanto os amava.
Assim me sinto em relação a todos que se foram.
Como uma luz veloz fizeram suas trajetórias, e
se apagaram em algum momento de sonho,
creio não ter sido em vão.
Assim como uma gaivota que alça voo, e não
se importa quando virá o cardume, espera
silenciosamente pairando no ar, até que
seu desejo se forme na sabedoria das águas.
Eu também espero pelo dia da retomada,
quando então, a alva se abrir e o utero
estiver preparado, para novamente
fazer valer o desejo da vida.
Herta Fischer
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Sobre a vida
Se lhes corta o fio da vida, morrem e não atingem a sabedoria”. Jó 4:21.
“Eu, porém, na justiça contemplarei a tua face; quando acordar, eu me satisfarei com a tua semelhança”. Salmo 17:15.
“Lembra-te de que a minha vida é um sopro; os meus olhos não tornarão a ver o bem. Os olhos dos que agora me vêem não me verão mais; os teus olhos me procurarão, mas já não serei”. Jó 7:7-8.
“Pois, na morte, não há recordação de ti; no sepulcro, quem te dará louvor?” Salmo 6:5.
“Os mortos não louvam o SENHOR, nem os que descem à região do silêncio”. Salmo 115:17.
“Que proveito obterás no meu sangue, quando baixo à cova? Louvar-te-á, porventura, o pó? Declarará ele a tua verdade?” Salmo 30:9.
“A sepultura não te pode louvar, nem a morte glorificar-te; não esperam em tua fidelidade os que descem à cova. Os vivos, somente os vivos, esses te louvam como hoje eu o faço; o pai fará notória aos filhos a tua fidelidade”. Isaías 38:18-19.
“Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda”. 1 Coríntios 15:23.
“E serás bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensar-te; a tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos”. Lucas 14:14.
“De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia”. João 6:40.
Por Hertinha Fischer
“Eu, porém, na justiça contemplarei a tua face; quando acordar, eu me satisfarei com a tua semelhança”. Salmo 17:15.
“Lembra-te de que a minha vida é um sopro; os meus olhos não tornarão a ver o bem. Os olhos dos que agora me vêem não me verão mais; os teus olhos me procurarão, mas já não serei”. Jó 7:7-8.
“Pois, na morte, não há recordação de ti; no sepulcro, quem te dará louvor?” Salmo 6:5.
“Os mortos não louvam o SENHOR, nem os que descem à região do silêncio”. Salmo 115:17.
“Que proveito obterás no meu sangue, quando baixo à cova? Louvar-te-á, porventura, o pó? Declarará ele a tua verdade?” Salmo 30:9.
“A sepultura não te pode louvar, nem a morte glorificar-te; não esperam em tua fidelidade os que descem à cova. Os vivos, somente os vivos, esses te louvam como hoje eu o faço; o pai fará notória aos filhos a tua fidelidade”. Isaías 38:18-19.
“Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda”. 1 Coríntios 15:23.
“E serás bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensar-te; a tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos”. Lucas 14:14.
“De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia”. João 6:40.
Por Hertinha Fischer
Fim - finados
Hoje falarei e não me calarei nem
diante de mim.
Estou prestes a ser o que já fui,
apenas um punhado de pó.
Haverá sim, um lugar e dia específico,
quando por mim, ainda se levantarão
a querer fazer-me visitas.
E não mais estarei para fazer-lhes um café.
Acenderão, então, algumas velas,
que se queimarão sozinhas, enquanto
voltas para casa com a sensação
de que nada fez, mas, fingirá
satisfação por aquilo
que deixou de fazer, quando ainda
tinha alguma consciência em relação
ao que via, sentia e ouvia.
Já não importa mais, nem o seu louvor,
nem a sua lembrança, nada mais significa
para mim.
Tão pouco aqueles momentos em que na
solidão lembra-se do meu nome, e entre
lágrimas, sente saudades.
Estive a confiar em tua presença,
e só me fustigastes com tua vaidade, agora,
no entanto, falas as paredes.
Não mais te ouço, nem te amo.
Não tenho de ti, nenhuma lembrança, nem
faço caso de teus dias, nem
me verás em teus sonhos. Fui e não volto.
me encontro em uma promessa, que
promete não mais me importar
com o que foi passageiro.
A dor se findou e para ela, não
mais houve lugar, adormeci e
me esqueci até de mim...
Herta Fischer
diante de mim.
Estou prestes a ser o que já fui,
apenas um punhado de pó.
Haverá sim, um lugar e dia específico,
quando por mim, ainda se levantarão
a querer fazer-me visitas.
E não mais estarei para fazer-lhes um café.
Acenderão, então, algumas velas,
que se queimarão sozinhas, enquanto
voltas para casa com a sensação
de que nada fez, mas, fingirá
satisfação por aquilo
que deixou de fazer, quando ainda
tinha alguma consciência em relação
ao que via, sentia e ouvia.
Já não importa mais, nem o seu louvor,
nem a sua lembrança, nada mais significa
para mim.
Tão pouco aqueles momentos em que na
solidão lembra-se do meu nome, e entre
lágrimas, sente saudades.
Estive a confiar em tua presença,
e só me fustigastes com tua vaidade, agora,
no entanto, falas as paredes.
Não mais te ouço, nem te amo.
Não tenho de ti, nenhuma lembrança, nem
faço caso de teus dias, nem
me verás em teus sonhos. Fui e não volto.
me encontro em uma promessa, que
promete não mais me importar
com o que foi passageiro.
A dor se findou e para ela, não
mais houve lugar, adormeci e
me esqueci até de mim...
Herta Fischer
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Esperança que sobrevive
As vezes me recolho
nas mãos do tempo,
para constatar que sem
mim, ele também acontece.
E de mansinho soa meus passos,
para distanciar-me um pouco
do barulho que vem de fora.
Há tantas inconstâncias
nos pareceres, há tanta correria
por coisas, há tanta fuga e pouco
consolo, que, as vezes, me dói
pensar.
Estou bem e em paz onde estou,
que nem necessito mais de
andanças, de ver o que já
me cansei de olhar, de sentir
e levar esse sentimento que
descarrilha minha sensatez.
Estou mais para luto,
do que para alegrias vãs.
Sei que, enquanto ainda houver
mente sã em mim, ainda
posso sonhar e sentir saudade,
coisas curriqueiras que
levamos conosco para
preencher a lacuna do
saber-se já morto em algum
momento.
Todos os dias vividos, são
dias perdidos, toda a emoção
passada só vive na memória,
que em dias tristes faz questão
de voltar.
Só mesmo a esperança que
escrevestes no coração, tem valor
inestimável, e faz sentido, quando
sinto já a me despedir, a balançar minhas mãos
trêmulas pelos contar dos dias passados
que me empurram para o fim, mas
que me mostra um recomeço se
assim merecer.
Herta Fischer (Hertinha)
domingo, 15 de outubro de 2017
Segundos de intimidade
Estava eu, mais feliz do que de costume.
Mesa farta, frutos doces.
A primavera me enche os olhos de flores, mas é no
verão que me compromete o paladar, nos
frutos que minha alma padece.
Estou a passar como cometa em sua órbita
mais relevante,
embora na solidão viva, a mais perfeita
harmonia são quando olhos me veem.
Enquanto sou nuvem a passar, e se esconder em um futuro qualquer,
apenas quando me transformo em água
é que me enlevo no proceder.
Não quero ser apenas gotículas que nem se apercebem, na torrencia
é que me torno destrutiva ou em benção, quem o sabe?
Sou como grãos de areia na praia a malhar em seus pés desnudos
que em feridas te animo, muito mais que massagear
sou quem em brasas te animo.
Eu quero ser mais, eu preciso ser o que te acorda em todas as manhãs em
mania, que te despende do sono, em trabalho em correria.
Sou a esperança no nada, aquilo que esperas eternamente, que depois de concluido
ainda estou a faltar.
Sou o ar que tu respiras, que de ti sai e volta, nem percebe a minha prece,
nem se da conta do que sou.
Sou uma energia mutante, que faz seu olhar competir, que te mostra onde ir, que
te leva para onde não queres ir.
Sou eu, simplesmente eu, até que o tempo me apague em seu
caminho
mas, não conseguira tirar-me de sua imaginação.
Sou tempo, sou hora e sou a sua folga e tortura.
Herta Fischer.
Mesa farta, frutos doces.
A primavera me enche os olhos de flores, mas é no
verão que me compromete o paladar, nos
frutos que minha alma padece.
Estou a passar como cometa em sua órbita
mais relevante,
embora na solidão viva, a mais perfeita
harmonia são quando olhos me veem.
Enquanto sou nuvem a passar, e se esconder em um futuro qualquer,
apenas quando me transformo em água
é que me enlevo no proceder.
Não quero ser apenas gotículas que nem se apercebem, na torrencia
é que me torno destrutiva ou em benção, quem o sabe?
Sou como grãos de areia na praia a malhar em seus pés desnudos
que em feridas te animo, muito mais que massagear
sou quem em brasas te animo.
Eu quero ser mais, eu preciso ser o que te acorda em todas as manhãs em
mania, que te despende do sono, em trabalho em correria.
Sou a esperança no nada, aquilo que esperas eternamente, que depois de concluido
ainda estou a faltar.
Sou o ar que tu respiras, que de ti sai e volta, nem percebe a minha prece,
nem se da conta do que sou.
Sou uma energia mutante, que faz seu olhar competir, que te mostra onde ir, que
te leva para onde não queres ir.
Sou eu, simplesmente eu, até que o tempo me apague em seu
caminho
mas, não conseguira tirar-me de sua imaginação.
Sou tempo, sou hora e sou a sua folga e tortura.
Herta Fischer.
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Atravessando precipícios
Já andei metade do tempo desfrutando
das minhas vaidades.
No meio do caminho iniciou-se
um querer que escravizava minha visão.
Procurava nas esquinas dos sonhos algo
ou alguém que me valorizasse, que pudesse
me querer com avidez.
Necessitava de carinho? Talvez!
Mas não seria só isso.
Eu precisava ser lembrada, ter alguém próximo
que sentisse de mim, saudade.
Que se alegrasse com a minha presença,
que pudesse alimentar a alegria que em mim faltava.
Foi num desses momentos que optei por ler romances,
eu me satisfazia nos contos de amor, como se fosse eu a vivê-lo.
Cada historia, cada choro, cada tormento que nas páginas se desenrolava,
era como se estivesse dentro, e a fantasia foi a companheira fatal.
Dormia em sonhos, acordava e andava sonhando, e nada acontecia
para mim.
Acabei por ficar mais só.
Nos dias, livros tornaram-se amores, e nas noites,tristeza e dor por
vê--los indo embora.
No final de cada romance, sentia a satisfação momentânea de quem vence,
e no momento seguinte, ao iniciar outro, a mesma enrolação de sempre. Renúncia
de mim mesma, enfadonha arte de conquistar.
Assim se passaram anos, nessa fábrica ilusória. a inflar meu ego de
mentiras.
Do trabalho para casa. E tudo se encontrava vazio: irmãs, irmãos, pai, mãe e
amigos em folhas de papel.
Tudo porque não encontrava amor.
Eu não queria a sexualidade, não queria usar o meu corpo,
nem viver em lascívia. Só queria e precisava de atenção.
Saia com alguns rapazes, até me apaixonei por várias vezes, mas a ilusão
desse querer que me aprisionava, de longe seria o que me ofertavam.
Não sei bem a diferença, só sei que havia diferença em tudo á minha volta.
gente que se satisfazia com pouco, eu desejava a impossibilidade: um amor
amor somente!
Lógico que encontrei um rapaz em minha rua, dotado de beleza, que me chamou a atenção,
e me fez feliz por me aceitar: no inicio, igual aos outros.
Não era amor, era desejo, e foi muito difícil para mim, aceitar aquela forma de querer.
Estou no mundo:- pensava eu: e como o mundo só oferece isso, então,
isto serei.
E no decorrer do tempo, como um romance de papel, as coisas foram se encaixando.
Agora, neste exato momento, quando olho para as páginas já viradas e lidas. vejo
que o amor nasceu, entre espinheiros e abrolhos, que foi necessário passar
pelo precipício para alcançar as flores.
Hertinha Fischer
das minhas vaidades.
No meio do caminho iniciou-se
um querer que escravizava minha visão.
Procurava nas esquinas dos sonhos algo
ou alguém que me valorizasse, que pudesse
me querer com avidez.
Necessitava de carinho? Talvez!
Mas não seria só isso.
Eu precisava ser lembrada, ter alguém próximo
que sentisse de mim, saudade.
Que se alegrasse com a minha presença,
que pudesse alimentar a alegria que em mim faltava.
Foi num desses momentos que optei por ler romances,
eu me satisfazia nos contos de amor, como se fosse eu a vivê-lo.
Cada historia, cada choro, cada tormento que nas páginas se desenrolava,
era como se estivesse dentro, e a fantasia foi a companheira fatal.
Dormia em sonhos, acordava e andava sonhando, e nada acontecia
para mim.
Acabei por ficar mais só.
Nos dias, livros tornaram-se amores, e nas noites,tristeza e dor por
vê--los indo embora.
No final de cada romance, sentia a satisfação momentânea de quem vence,
e no momento seguinte, ao iniciar outro, a mesma enrolação de sempre. Renúncia
de mim mesma, enfadonha arte de conquistar.
Assim se passaram anos, nessa fábrica ilusória. a inflar meu ego de
mentiras.
Do trabalho para casa. E tudo se encontrava vazio: irmãs, irmãos, pai, mãe e
amigos em folhas de papel.
Tudo porque não encontrava amor.
Eu não queria a sexualidade, não queria usar o meu corpo,
nem viver em lascívia. Só queria e precisava de atenção.
Saia com alguns rapazes, até me apaixonei por várias vezes, mas a ilusão
desse querer que me aprisionava, de longe seria o que me ofertavam.
Não sei bem a diferença, só sei que havia diferença em tudo á minha volta.
gente que se satisfazia com pouco, eu desejava a impossibilidade: um amor
amor somente!
Lógico que encontrei um rapaz em minha rua, dotado de beleza, que me chamou a atenção,
e me fez feliz por me aceitar: no inicio, igual aos outros.
Não era amor, era desejo, e foi muito difícil para mim, aceitar aquela forma de querer.
Estou no mundo:- pensava eu: e como o mundo só oferece isso, então,
isto serei.
E no decorrer do tempo, como um romance de papel, as coisas foram se encaixando.
Agora, neste exato momento, quando olho para as páginas já viradas e lidas. vejo
que o amor nasceu, entre espinheiros e abrolhos, que foi necessário passar
pelo precipício para alcançar as flores.
Hertinha Fischer
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