Quando menina eu sentia muita tristeza ao
constatar que minhas amigas tinham
namorado, e eu não tinha muita sorte
neste sentido.
Quase sempre sozinha, no máximo,
alguns ficantes aleatórios que
não gostavam de compromisso, por vezes,
vinham ao meu encontro.
Eu esperando mais para os dias
seguintes, e o que havia era
frustrações no lugar de novo
encontro.
Minhas esperanças iam e vinham, quase sempre
desgastadas pela falta de atenção e ou dedicação,
sei lá! falta de amor?
Não me considerava uma pessoa feia, um pouco
maltratada, talvez, mas acho que havia algum encanto,
sempre há!
Imatura eu era, não sabia nada da vida, nenhum grande
experiência sobre rapazes. apenas curiosidade e prazer
nas descobertas.
Gostava das sensações que o outro emitia num
abraço caloroso, num beijo de amor.
Porém, nunca houve amor de fato, só
o desejo de dois em um.
Meus pais nunca me alertaram sobre os perigos que
poderiam cercar-nos numa certa idade, quando
os hormônios enlouquecem, fazendo-nos pipocar por dentro.
Os olhos clamam por beleza e paixão, o corpo fala,
a alma se enleva e alcança a plenitude de viver.
E o sofrimento se instala dentro da gente, quando a nossa
vontade
não coincide com a vontade do outro.
Um só beijo nos faz sonhar com o futuro, com casamento,
filhos, família, mas a realidade sobressaí como alfinetes doloridos
cutucando o ego e ferindo nosso orgulho.
Pelo menos, foi assim comigo.
Eu desejava um amor para toda a vida, mas, o amor se recusava a
ficar. Visitava-me por alguns dias, e ia embora quando queria, deixando
minha alma arrasada e perplexa com tanta ingratidão.
Beijos e beijos foram desperdiçados no tempo, como
aguaceiro que passa e seca, sentimentos desejados e sentidos
se desfaziam como pó nas calçadas.
As madrugadas frias contavam as minhas dores, o dia parecia
zombar de mim, e os rapazes cada vez mais arredios jogavam
meus sonhos ao chão.
Até que desisti e preferi viver só,
Foi então, quando eu não mais procurava que aconteceu.
E andou de frente, protocolado e justificado, até hoje ainda me sonda,
me completa e me impede de querer mais.
Estou presa neste amor, pelo compromisso assumido,
pelo amor acontecido, pela soma, pela reciprocidade, pelo
que muito desejei e sem querer conquistei...
Hertinha Fischer
Total de visualizações de página
Restos do resto
Tento falar de outras coisas, mas elas sempre acabam sendo as mesmas. Os encontros viraram vazio, quem ainda se conhece? A cama guarda o car...
segunda-feira, 17 de julho de 2017
Olhe o que faz a si mesmo
Existir, porque é tão complicado?
Nascemos sem nenhum preparo, sem conhecimento nem regras,
no entanto, ao passar dos anos
vamos conhecendo todos
os limites,
seja para comer, seja para onde ir, ou ainda,
para se comportar,
No entanto, ainda assim, ficamos ou vivemos
entristecidos por querer saber mais, e ou,
continuar sem limites.
Se prestarmos atenção á natureza, seja
ela quais forem, que estejam sujeitas
umas as outras, há a mesma necessidade
de regras definidas, não
é uma ordem imposta, mas
uma ordem necessária para
a própria sobrevivência em grupo.
Imaginem abandonar um bebe para
que ele sobreviva só?
É obvio que não subsistirá.
Assim também um agrupamento que não
haja disciplina, acaba se desmanchando
por não haver nenhuma estrutura capaz
de mantê-los unidos por
muito tempo.
A vida deve ser vivida com
sabedoria voltada para si, sabedoria
essa que traga benefícios
antes de qualquer outro sentimento
de prazer..
Hertinha Fischer
Nascemos sem nenhum preparo, sem conhecimento nem regras,
no entanto, ao passar dos anos
vamos conhecendo todos
os limites,
seja para comer, seja para onde ir, ou ainda,
para se comportar,
No entanto, ainda assim, ficamos ou vivemos
entristecidos por querer saber mais, e ou,
continuar sem limites.
Se prestarmos atenção á natureza, seja
ela quais forem, que estejam sujeitas
umas as outras, há a mesma necessidade
de regras definidas, não
é uma ordem imposta, mas
uma ordem necessária para
a própria sobrevivência em grupo.
Imaginem abandonar um bebe para
que ele sobreviva só?
É obvio que não subsistirá.
Assim também um agrupamento que não
haja disciplina, acaba se desmanchando
por não haver nenhuma estrutura capaz
de mantê-los unidos por
muito tempo.
A vida deve ser vivida com
sabedoria voltada para si, sabedoria
essa que traga benefícios
antes de qualquer outro sentimento
de prazer..
Hertinha Fischer
segunda-feira, 10 de julho de 2017
Sonho sair deste mundo
Deixei de olhar para trás,
também não gosto de olhar para a frente,
tudo que vejo me dá arrepios.
Embora já saiba o que me espera,
ainda assim, navego de olho
na maré que passa debaixo do casco.
Sempre andei em sintonia com o
momento, que tanto pode ser bom,
quanto ruim.
O que eu gosto mesmo, é pensar que,
enquanto aqui estou, ainda posso
realizar, talvez, não do jeito que queria,
mas, do jeito que posso.
Ha tanta vida em mim, que desperdiçá-la
olhando o que há de vir, é perder tempo.
Se Deus escreveu,leu e resolveu, dando seu
parecer sobre tudo, prometendo aos
mortais a vida eterna, porque, então, desejaria
outra coisa?
Esta sombra que sou eu, embora viva e disposta,
será sempre uma sombra desejosa de existir
por inteiro, assim como
uma planta brotada precocemente, espera
para saber a que veio, assim sou eu, a esperar
pela recompensa, onde não mais haja
esse sabor que se desfaz.
Não quero me perder neste devaneio
mortal, quanto muito se regala
no pouco, e se mata aos poucos
provando fel ao invés de saborear o mel.
Ainda ando em trevas, e nas trevas faço meu ninho,
mas, minhas suplicas são como
uma planta em vaso, que desmerecidamente
é colocada longe do sol, desejosa de crescer
se estica para fora.
Nada me deixa contente: nem o comer ou o
beber, sinto que, aos poucos, toda essa
obra morta vai se findando, e o que tinha
de ser, um dia, se torna algo irrelevante.
Meu corpo definha após os minutos contados,
e num lampejar se vai como quem nada possui.
e nada espera, embora deseje tanto.
Ouço vozes que vem de fora, e o silencio
inunda meu ser, corroborando, assim com
essa vontade inusitada de sair.
Todos me querem presente, e até sou
presente, em algum instante qualquer,
só não sabem, que embora presente,
o maior presente que gostaria
de ganhar, é não estar.
Sonho com a sabedoria Divina, sonho com a promessa
de sair deste mundo, de não mais pertencer
a raça mortal, que desfalece ante a probabilidade
da morte, que espreita tudo, e que despertará
em algum dia, mesmo que, arrogantemente,
ninguém espere!
Hertinha Fischer
também não gosto de olhar para a frente,
tudo que vejo me dá arrepios.
Embora já saiba o que me espera,
ainda assim, navego de olho
na maré que passa debaixo do casco.
Sempre andei em sintonia com o
momento, que tanto pode ser bom,
quanto ruim.
O que eu gosto mesmo, é pensar que,
enquanto aqui estou, ainda posso
realizar, talvez, não do jeito que queria,
mas, do jeito que posso.
Ha tanta vida em mim, que desperdiçá-la
olhando o que há de vir, é perder tempo.
Se Deus escreveu,leu e resolveu, dando seu
parecer sobre tudo, prometendo aos
mortais a vida eterna, porque, então, desejaria
outra coisa?
Esta sombra que sou eu, embora viva e disposta,
será sempre uma sombra desejosa de existir
por inteiro, assim como
uma planta brotada precocemente, espera
para saber a que veio, assim sou eu, a esperar
pela recompensa, onde não mais haja
esse sabor que se desfaz.
Não quero me perder neste devaneio
mortal, quanto muito se regala
no pouco, e se mata aos poucos
provando fel ao invés de saborear o mel.
Ainda ando em trevas, e nas trevas faço meu ninho,
mas, minhas suplicas são como
uma planta em vaso, que desmerecidamente
é colocada longe do sol, desejosa de crescer
se estica para fora.
Nada me deixa contente: nem o comer ou o
beber, sinto que, aos poucos, toda essa
obra morta vai se findando, e o que tinha
de ser, um dia, se torna algo irrelevante.
Meu corpo definha após os minutos contados,
e num lampejar se vai como quem nada possui.
e nada espera, embora deseje tanto.
Ouço vozes que vem de fora, e o silencio
inunda meu ser, corroborando, assim com
essa vontade inusitada de sair.
Todos me querem presente, e até sou
presente, em algum instante qualquer,
só não sabem, que embora presente,
o maior presente que gostaria
de ganhar, é não estar.
Sonho com a sabedoria Divina, sonho com a promessa
de sair deste mundo, de não mais pertencer
a raça mortal, que desfalece ante a probabilidade
da morte, que espreita tudo, e que despertará
em algum dia, mesmo que, arrogantemente,
ninguém espere!
Hertinha Fischer
sábado, 8 de julho de 2017
Esboço de mim
Maria rodopiava
no celeiro, entre
o cesto de quirera
e os pintainhos. Uma visão de arrepiar.
Estendia as mãozinhas a jogar
os grãos fininhos, espalhando-os
sobre o chão de concreto.
E os bichinhos esfomeados,
encenavam seu primeiro
passo rumo a emancipação.
ao som da mãe que
incentivava.
Os pezinhos de unhas
compridas ciscavam sem parar.
numa confusão de vozes
ininteligível.
Maria sentia-se no paraíso, mesmo a trabalhar
sem parar.
Os animais faziam festa toda hora em que
se preparava para entrar em cena, parecia
que a amavam. Não sabia se a amavam
por ela mesma, ou era só por causa
da comida que oferecia.
lembrava-se de que a vida é assim: somos
amados. talvez, não
pelo que somos, mas, pelo que oferecemos.
Não se importava muito
com o resultado, só queria mesmo
estar entre as demandas criativas do viver.
Sabia que as flores precisavam da terra,
o mar, das águas, a felicidade, do sorriso,
a mansidão, da paz, e a vida a precisar dela.
E assim se via, no decorrer da seara, que em si mesma,
brota e se desenvolve, sem canseira ou desordem,
tudo em seu precioso momento.
Até que tudo mude e se transforme.
Amanhecia, anoitecia, e nada oferecia
mais do que merecia ou pedia.
O sol brilhava ao amanhecer como
se conhecesse seu próprio caminho, e o dia
encantado seguia seu curso sem novidade,
e mesmo que o sol, em algum momento
se perdesse no céu, ainda estaria no
mesmo lugar, longe dos olhos.
Assim como quem dorme, não sabendo
para onde vai suas lembranças, mas, que,
quando desperta, se vê sem nuvem e nunca
deixa de ser.
Ela tinha plena consciência de si: das coisas,
dos modos, das querencias e sentimentos,
do corpo que a identificava, da vida que
havia.
Em tudo que via ou ouvia, se lembrava: do canto dos pássaros,
da borboleta que voava,
das folhas que gemiam, da sua imagem e partitura á
trilhar sem constrangimento, fartada de tudo.
Sentia que andava em sintonia com a natureza,
que fazia parte da magia, ela e seus duendezinhos
supersticiosos que insistiam em se vestir de verde.
Assim como quem sonha e nunca se lembra, assim
também sabia-se morrendo, mas, quem se perseverará até
o fim?
O túnel!
O pisar na lua!
O seguir as cegas!
O querer sem querer!
O ser desejado!
Tudo na ilusão de quem segue a marcha
dos humanizados, até que não seja,
até que se rompa a madre, e se exponha
a cria, e tudo mude num lampejar
de luz. E se forme em tempo
de se nascer de novo, como
se nunca houvera nascido ou compreendido,
Hertinha Fischer
no celeiro, entre
o cesto de quirera
e os pintainhos. Uma visão de arrepiar.
Estendia as mãozinhas a jogar
os grãos fininhos, espalhando-os
sobre o chão de concreto.
E os bichinhos esfomeados,
encenavam seu primeiro
passo rumo a emancipação.
ao som da mãe que
incentivava.
Os pezinhos de unhas
compridas ciscavam sem parar.
numa confusão de vozes
ininteligível.
Maria sentia-se no paraíso, mesmo a trabalhar
sem parar.
Os animais faziam festa toda hora em que
se preparava para entrar em cena, parecia
que a amavam. Não sabia se a amavam
por ela mesma, ou era só por causa
da comida que oferecia.
lembrava-se de que a vida é assim: somos
amados. talvez, não
pelo que somos, mas, pelo que oferecemos.
Não se importava muito
com o resultado, só queria mesmo
estar entre as demandas criativas do viver.
Sabia que as flores precisavam da terra,
o mar, das águas, a felicidade, do sorriso,
a mansidão, da paz, e a vida a precisar dela.
E assim se via, no decorrer da seara, que em si mesma,
brota e se desenvolve, sem canseira ou desordem,
tudo em seu precioso momento.
Até que tudo mude e se transforme.
Amanhecia, anoitecia, e nada oferecia
mais do que merecia ou pedia.
O sol brilhava ao amanhecer como
se conhecesse seu próprio caminho, e o dia
encantado seguia seu curso sem novidade,
e mesmo que o sol, em algum momento
se perdesse no céu, ainda estaria no
mesmo lugar, longe dos olhos.
Assim como quem dorme, não sabendo
para onde vai suas lembranças, mas, que,
quando desperta, se vê sem nuvem e nunca
deixa de ser.
Ela tinha plena consciência de si: das coisas,
dos modos, das querencias e sentimentos,
do corpo que a identificava, da vida que
havia.
Em tudo que via ou ouvia, se lembrava: do canto dos pássaros,
da borboleta que voava,
das folhas que gemiam, da sua imagem e partitura á
trilhar sem constrangimento, fartada de tudo.
Sentia que andava em sintonia com a natureza,
que fazia parte da magia, ela e seus duendezinhos
supersticiosos que insistiam em se vestir de verde.
Assim como quem sonha e nunca se lembra, assim
também sabia-se morrendo, mas, quem se perseverará até
o fim?
O túnel!
O pisar na lua!
O seguir as cegas!
O querer sem querer!
O ser desejado!
Tudo na ilusão de quem segue a marcha
dos humanizados, até que não seja,
até que se rompa a madre, e se exponha
a cria, e tudo mude num lampejar
de luz. E se forme em tempo
de se nascer de novo, como
se nunca houvera nascido ou compreendido,
Hertinha Fischer
quarta-feira, 5 de julho de 2017
Frase para hoje
Quem vive, vive seus tormentos entre sonhos diversos,
alguns ao alcance das mãos, outros,
por nascerem em temporão,
apenas nascem sem serem vistos ou alcançados!
<3
Hertinha
alguns ao alcance das mãos, outros,
por nascerem em temporão,
apenas nascem sem serem vistos ou alcançados!
Hertinha
terça-feira, 4 de julho de 2017
Manhãs dos meus sonhos
Eu sempre penso na tarde como algo
muito distante, gosto
das manhãs.
O emblema suave que desponta no horizonte
em forma de felicidade.
o ar sorrindo de satisfação,
voando com o vento,
e o "solriso" na boca
do céu
de ponta a ponta.
E o branco se misturando ao azul,
como ponta de lápis brincalhão.
Sai em disparada como
moço bonito a surfar nas
ondas tempo.
Suave e meigo com
suas pernas compridas, comprimidas e
desatentas, suavizando
o trabalho árduo da terra.
Com um brilho sem igual
marcha a luz em sintonia
com o amor que se torna
seu meio e conquista.
A vida se expande, brota
e se revela, como arco-íris
na imensidão, e a madre
não se cansa, nem de dores
se espanta.
Os pequenos e grandes
se misturam, numa vegetação
abundante, entre cometas e sóis,
Assim se completam,
na sutileza do dia, para
depois sonhar com a tarde
que virá, não sem
antes plantar emoções.
Herta Fischer (Hertinha)
muito distante, gosto
das manhãs.
O emblema suave que desponta no horizonte
em forma de felicidade.
o ar sorrindo de satisfação,
voando com o vento,
e o "solriso" na boca
do céu
de ponta a ponta.
E o branco se misturando ao azul,
como ponta de lápis brincalhão.
Sai em disparada como
moço bonito a surfar nas
ondas tempo.
Suave e meigo com
suas pernas compridas, comprimidas e
desatentas, suavizando
o trabalho árduo da terra.
Com um brilho sem igual
marcha a luz em sintonia
com o amor que se torna
seu meio e conquista.
A vida se expande, brota
e se revela, como arco-íris
na imensidão, e a madre
não se cansa, nem de dores
se espanta.
Os pequenos e grandes
se misturam, numa vegetação
abundante, entre cometas e sóis,
Assim se completam,
na sutileza do dia, para
depois sonhar com a tarde
que virá, não sem
antes plantar emoções.
Herta Fischer (Hertinha)
segunda-feira, 3 de julho de 2017
Tempo a escorrer
Talvez, por ser tão incerta,
a vida seja toda essa razoabilidade
que se estende como quem
sabe de tudo, se conforma e se
vai acreditando no sonho
de existência, quanto muito
por poucos anos vividos
sem nenhum proveito
Pois o que se aproveita das coisas,
a não ser no momento em que se precisa.
Quando não houver mais saúde,
de nada adiantará todas as riquezas
da terra, e quando não houver mais moedores na
boca, a carne nem fará tanta falta.
Estamos condenados a morrer algum
dia.
Sei que parece triste, mas, é a verdade
O que nos bastará neste miserável sistema,
quando a vida se esvair entre os
dedos do tempo,
e nada poderá detê-lo?
Somos como ervas, nada mais que isto,
sonhos desfeitos ao findar os dias,
E quando não acreditamos em nada além,
fica aquele amargor na boca, como
se inútil fossemos.
Hertinha (Herta Fischer)
a vida seja toda essa razoabilidade
que se estende como quem
sabe de tudo, se conforma e se
vai acreditando no sonho
de existência, quanto muito
por poucos anos vividos
sem nenhum proveito
Pois o que se aproveita das coisas,
a não ser no momento em que se precisa.
Quando não houver mais saúde,
de nada adiantará todas as riquezas
da terra, e quando não houver mais moedores na
boca, a carne nem fará tanta falta.
Estamos condenados a morrer algum
dia.
Sei que parece triste, mas, é a verdade
O que nos bastará neste miserável sistema,
quando a vida se esvair entre os
dedos do tempo,
e nada poderá detê-lo?
Somos como ervas, nada mais que isto,
sonhos desfeitos ao findar os dias,
E quando não acreditamos em nada além,
fica aquele amargor na boca, como
se inútil fossemos.
Hertinha (Herta Fischer)
Assinar:
Comentários (Atom)
-
As pessoas reclamam que o mundo está chato, mas não fazem nada para mudar, apenas se isolam, tornando tudo ainda mais monótono. De vez em q...
-
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
-
Estamos vivendo por viver.......... Eu procuro algo de valor nas pessoas e não encontro mais. Futilidades apenas. Tanta gente sem con...