Quem pode mudar a direção dos ventos?
Vidas e sonhos,
ilusões e procura,
sinais que não se pode apagar.
visões de fadas e
seus pozinhos, de bruxas,
e sua poções.
saudade de Noé e sua fé, Crusoé e seus caprichos,
muito mais
de Peter Pan e a terra do nunca.
Nunca mais coisa nenhuma, nunca mais tempo, nunca mais saudade.
nunca mais dor, nunca mais idade!
Herta Fischer.
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Restos do resto
Tento falar de outras coisas, mas elas sempre acabam sendo as mesmas. Os encontros viraram vazio, quem ainda se conhece? A cama guarda o car...
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Quebra de promessa
São incontáveis as vezes em que me peguei pensando na servidão.
Na solidão da escolha mal feita, nos acasos que são muitos,
e nas leis fracas dos homens.
No juramento sobre coação, um juramento diante de um homem,
sem sabermos ao certo, se somos capazes de cumprir.
Como já dizia Raul Seixas:
"-Quando jurei meu amor eu trai a mim mesmo".
E um padre nos obriga a confirmar, e nos coloca numa prisão perpétua, sobre um juramento sem vivencia.
Depois, então, como desfazer uma aliança, feita com o coração?
Como honrar uma promessa feita ao acaso, na pequena fé de um momento?
Não fazemos promessa para outros, o fazemos á nós mesmos.
Então, quando não cumprimos a promessa feita, não estamos sendo infiel ao outro, mas á nossa própria fé.
Quando Moisés deu carta de divórcio, ele pensava na possibilidade de um casamento não dar certo, de desonra a promessa feita. Pois muitas vezes, uma fagulha de incompreensão gera um fogaréu de violências.
Quando um descumpre a promessa, o outro sofre.
Qual passarinho, que estando preso a uma gaiola, não pense em fugir.
Amor é liberdade.
Onde há amor sincero, não se tem por que se preocupar.
O amor não pode ser só corpo, tem que ser espírito.
Porque nas tempestades o corpo não aguenta, é a fé que nos faz invencíveis.
Nem sempre trocar de parceiro é a solução, as vezes é trocar seis por meia duzia. Só nos casos de violência e desonra que o divorcio é a solução.
Uma família bem estruturada tem filhos saudáveis, e a sociedade agradece!
Herta Fischer.
Na solidão da escolha mal feita, nos acasos que são muitos,
e nas leis fracas dos homens.
No juramento sobre coação, um juramento diante de um homem,
sem sabermos ao certo, se somos capazes de cumprir.
Como já dizia Raul Seixas:
"-Quando jurei meu amor eu trai a mim mesmo".
E um padre nos obriga a confirmar, e nos coloca numa prisão perpétua, sobre um juramento sem vivencia.
Depois, então, como desfazer uma aliança, feita com o coração?
Como honrar uma promessa feita ao acaso, na pequena fé de um momento?
Não fazemos promessa para outros, o fazemos á nós mesmos.
Então, quando não cumprimos a promessa feita, não estamos sendo infiel ao outro, mas á nossa própria fé.
Quando Moisés deu carta de divórcio, ele pensava na possibilidade de um casamento não dar certo, de desonra a promessa feita. Pois muitas vezes, uma fagulha de incompreensão gera um fogaréu de violências.
Quando um descumpre a promessa, o outro sofre.
Qual passarinho, que estando preso a uma gaiola, não pense em fugir.
Amor é liberdade.
Onde há amor sincero, não se tem por que se preocupar.
O amor não pode ser só corpo, tem que ser espírito.
Porque nas tempestades o corpo não aguenta, é a fé que nos faz invencíveis.
Nem sempre trocar de parceiro é a solução, as vezes é trocar seis por meia duzia. Só nos casos de violência e desonra que o divorcio é a solução.
Uma família bem estruturada tem filhos saudáveis, e a sociedade agradece!
Herta Fischer.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Somos aquilo para que nascemos
Com certeza, você me dirá que já sabia...Não é porque não sabe, que escrevo. Mas, para que reflita naquilo que acha que sabe....
A vida é feita de escolhas, sempre nos dizem isso.
Mas, na verdade, isso tudo é faroleira.
Se fosse verdade, todos nós escolheríamos a riqueza, o melhor marido ou esposa, o melhor lugar pra se morar, as melhores comidas, o melhor emprego etc...
Quando nascemos, não escolhemos os pais que queremos, podendo nascer numa casa luxuosa como também num casa simples. Começa por ai.
Na verdade, como venho dizendo, não temos controle sobre nada nesta vida, chegamos na ignorância, nem o crescimento depende de nós.
E as vezes, ou quase sempre, vamos embora na ignorância em muitos aspectos.
Somos como um grande olheiro de formigas, onde a rainha forma seus súditos, e embora, ela não tenha domínio sobre o que vai ser, eles fazem tudo conforme a própria natureza de sua criação.
Uns nascem para serem servidos, outros para servirem, uns nascem para realizar, outros para aproveitarem dessa realização.
Enfim, nada é definitivo, tudo se transforma, menos a forma de cada ser, cada um vive de acordo com o que lhes é permitido ou não, pela própria formação da consciência de cada um.
Nada se faz debaixo do sol, que ainda não tenha sido feita nos tempos anteriores, até mesmos os pensamentos sempre serão os mesmos.
Podemos deixar de agir como seres inferiores, porém na maioria das vezes retrocedemos, copiando comportamentos antes já conhecidos.
Buscamos o que mais se adequá as nossa necessidades e muitas vezes vamos além por acreditarmos que somos capazes de mudar a nossa natureza. Querendo mais e conseguindo tão pouco.
Ai, se inicia toda sorte de violência.
Vemos então, pessoas se sobressaindo, formando fortunas,e nos perguntamos: Porque não nós?
Porque nem todos nascemos para a fortuna! Alguns nascem só para cortar as folhas, assim como algumas formigas.
Herta Fischer.
A vida é feita de escolhas, sempre nos dizem isso.
Mas, na verdade, isso tudo é faroleira.
Se fosse verdade, todos nós escolheríamos a riqueza, o melhor marido ou esposa, o melhor lugar pra se morar, as melhores comidas, o melhor emprego etc...
Quando nascemos, não escolhemos os pais que queremos, podendo nascer numa casa luxuosa como também num casa simples. Começa por ai.
Na verdade, como venho dizendo, não temos controle sobre nada nesta vida, chegamos na ignorância, nem o crescimento depende de nós.
E as vezes, ou quase sempre, vamos embora na ignorância em muitos aspectos.
Somos como um grande olheiro de formigas, onde a rainha forma seus súditos, e embora, ela não tenha domínio sobre o que vai ser, eles fazem tudo conforme a própria natureza de sua criação.
Uns nascem para serem servidos, outros para servirem, uns nascem para realizar, outros para aproveitarem dessa realização.
Enfim, nada é definitivo, tudo se transforma, menos a forma de cada ser, cada um vive de acordo com o que lhes é permitido ou não, pela própria formação da consciência de cada um.
Nada se faz debaixo do sol, que ainda não tenha sido feita nos tempos anteriores, até mesmos os pensamentos sempre serão os mesmos.
Podemos deixar de agir como seres inferiores, porém na maioria das vezes retrocedemos, copiando comportamentos antes já conhecidos.
Buscamos o que mais se adequá as nossa necessidades e muitas vezes vamos além por acreditarmos que somos capazes de mudar a nossa natureza. Querendo mais e conseguindo tão pouco.
Ai, se inicia toda sorte de violência.
Vemos então, pessoas se sobressaindo, formando fortunas,e nos perguntamos: Porque não nós?
Porque nem todos nascemos para a fortuna! Alguns nascem só para cortar as folhas, assim como algumas formigas.
Herta Fischer.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Vem e volta
Não se preocupe em demasia com nada... Somos passageiros do acaso...
As nuvens chegam e os ventos a dissipam..
A chuva chega e volta da mesma forma.
Os ventos se alastram, para depois se recolher.
A brisa da manhã vai embora quando o sol brilha,
E mesmo o sol de vez em quando encontra seu descanso.
Toda passagem tem um preço, e toda viagem leva a seu destino...
Apenas espere e promova a sua melhor intenção em todas as suas obrigações....
Herta Fischer.
As nuvens chegam e os ventos a dissipam..
A chuva chega e volta da mesma forma.
Os ventos se alastram, para depois se recolher.
A brisa da manhã vai embora quando o sol brilha,
E mesmo o sol de vez em quando encontra seu descanso.
Toda passagem tem um preço, e toda viagem leva a seu destino...
Apenas espere e promova a sua melhor intenção em todas as suas obrigações....
Herta Fischer.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Melancólica esperança
Mais uma vez estou aqui. Como se tivesse uma caneta na mão, escrevo.
Sinto uma gigantesca onda de melancolia, esperando por respostas que não chegam.
Como explicar este universo imenso. Muito se imagina, mas, sabe-se tão pouco.
O mesmo posso falar de mim. O que realmente sinto, fica entalado na garganta.
Com um nó feito por marinheiro, espreito em ambas as mãos, na calada da noite,
eu só vejo ilusão.
Tento me desfazer dessa onda que me invade, mas o que consigo
é afogar-me ainda mais.
Quem somos nós?
Fumaça sambando ao sabor do vento, ou algo mais concreto?
Andamos e não conseguimos sair do lugar.
Amamos, mas muitas vezes só de língua,
ao menor sinal de perigo, só nos servimos da ira.
Quem realmente é nosso Deus?
Aquele que coroamos na gloria da nossa renúncia,
ou aquele que satisfaz os desejos?
De que somos feitos?
Da carne que envelhece, ou do espírito que permanece?
E se permanece, para onde nos leva?
E se nos leva, para onde vamos?
São tantos mistérios, e os homens ao tentarem entender, deixam-nos mais confusos.
Como Salomão em toda a sua pompa, e com grande sabedoria nos diz:-
De que vale ter entendimento, se nada podemos mudar?
O melhor mesmo é seguir a vida, colhendo o que ela nos dá.
Ser feliz com essa porção, cada um sabe de si.
Amanhã, tudo cai no esquecimento, com exceção do que foi feito para ficar.
Herta Fischer.
Sinto uma gigantesca onda de melancolia, esperando por respostas que não chegam.
Como explicar este universo imenso. Muito se imagina, mas, sabe-se tão pouco.
O mesmo posso falar de mim. O que realmente sinto, fica entalado na garganta.
Com um nó feito por marinheiro, espreito em ambas as mãos, na calada da noite,
eu só vejo ilusão.
Tento me desfazer dessa onda que me invade, mas o que consigo
é afogar-me ainda mais.
Quem somos nós?
Fumaça sambando ao sabor do vento, ou algo mais concreto?
Andamos e não conseguimos sair do lugar.
Amamos, mas muitas vezes só de língua,
ao menor sinal de perigo, só nos servimos da ira.
Quem realmente é nosso Deus?
Aquele que coroamos na gloria da nossa renúncia,
ou aquele que satisfaz os desejos?
De que somos feitos?
Da carne que envelhece, ou do espírito que permanece?
E se permanece, para onde nos leva?
E se nos leva, para onde vamos?
São tantos mistérios, e os homens ao tentarem entender, deixam-nos mais confusos.
Como Salomão em toda a sua pompa, e com grande sabedoria nos diz:-
De que vale ter entendimento, se nada podemos mudar?
O melhor mesmo é seguir a vida, colhendo o que ela nos dá.
Ser feliz com essa porção, cada um sabe de si.
Amanhã, tudo cai no esquecimento, com exceção do que foi feito para ficar.
Herta Fischer.
Saudade
Eu gosto de me encarar, as vezes,
só consigo isto, diante do espelho.
vejo nuvem em meu olhar,
que se dissipa, quando penso que
em mim, eu também te vejo.
Deixa-me visitar o teu silêncio,
sondar teu coração.
Para poder ter a ilusão .
de que ainda pensa em mim,
e que é meu teu coração.
Todos os dias, eu
te encontro,
dentro desta saudade
que é só minha.
Murada agora estou,
na esperança que tinha.
O sol nasceu mais uma vez,
Isto para mim é demais.
E, eu vou morrendo aos poucos,
na distancia de um tempo,
que não volta nunca mais.
Se me estendesse a mão,
e eu pudesse te tocar,
traria novamente para mim,
este amor que não tem fim.
Herta Fischer
só consigo isto, diante do espelho.
vejo nuvem em meu olhar,
que se dissipa, quando penso que
em mim, eu também te vejo.
Deixa-me visitar o teu silêncio,
sondar teu coração.
Para poder ter a ilusão .
de que ainda pensa em mim,
e que é meu teu coração.
Todos os dias, eu
te encontro,
dentro desta saudade
que é só minha.
Murada agora estou,
na esperança que tinha.
O sol nasceu mais uma vez,
Isto para mim é demais.
E, eu vou morrendo aos poucos,
na distancia de um tempo,
que não volta nunca mais.
Se me estendesse a mão,
e eu pudesse te tocar,
traria novamente para mim,
este amor que não tem fim.
Herta Fischer
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Entre chegadas e partidas
Um dia eu sai de casa apenas com um saco amarrado na cintura, dentro dele, alguns pertences.
Sem saber ao certo que rumo tomava, eu fui na confiança.
Na doçura da vida me expus tão caprichosa era a esperança.
E no caminho incerto, me encontrei sem saber.
O cheiro da vida vinha á frente, e eu me inundava de querer,
nem sempre pude, mas não desisti de ser.
Sem saber ao certo pra onde ia, eu sempre estava chegando, e ao chegar,
eu ficava o tempo que tinha para estar.
deixava que a brisa fresca de todas as manhãs
me indicasse o caminho seguinte,
e fui me aproveitando do único momento que realmente interessa,
o do agora e não mais.
Depois, no tempo eu cavalguei, e enquanto ele me levava,
eu, sobre seu lombo sorria.
Me enredei por muitos lugares, onde pessoas interessantes me aguardavam,
mas, infelizmente, a minha sede de vida
não me permitia ficar,
por isso carreguei muita saudades.
Me fazia falta um lugarzinho só meu, onde eu pudesse estacionar em um sossego.
Como a vida é mesmo nossa aliada, foi me preparando um lugar,
e sobre o ruido da queda de uma grande cachoeira, aos pés de muitos montes,
fiz o meu universo.
Me desfiz então de toda bagagem, que por muito tempo carreguei,
só deixando o necessário.
Mágoa , solidão, como trapos velhos joguei fora,
e o que restou foi só amor.
Hoje, em meio a esse meu devaneio, vivo minha paz, divido se necessário,
agrego se preciso for,
mas, só com aqueles que se permitem chegar...com muito amor para dar...
Herta Fischer.
Sem saber ao certo que rumo tomava, eu fui na confiança.
Na doçura da vida me expus tão caprichosa era a esperança.
E no caminho incerto, me encontrei sem saber.
O cheiro da vida vinha á frente, e eu me inundava de querer,
nem sempre pude, mas não desisti de ser.
Sem saber ao certo pra onde ia, eu sempre estava chegando, e ao chegar,
eu ficava o tempo que tinha para estar.
deixava que a brisa fresca de todas as manhãs
me indicasse o caminho seguinte,
e fui me aproveitando do único momento que realmente interessa,
o do agora e não mais.
Depois, no tempo eu cavalguei, e enquanto ele me levava,
eu, sobre seu lombo sorria.
Me enredei por muitos lugares, onde pessoas interessantes me aguardavam,
mas, infelizmente, a minha sede de vida
não me permitia ficar,
por isso carreguei muita saudades.
Me fazia falta um lugarzinho só meu, onde eu pudesse estacionar em um sossego.
Como a vida é mesmo nossa aliada, foi me preparando um lugar,
e sobre o ruido da queda de uma grande cachoeira, aos pés de muitos montes,
fiz o meu universo.
Me desfiz então de toda bagagem, que por muito tempo carreguei,
só deixando o necessário.
Mágoa , solidão, como trapos velhos joguei fora,
e o que restou foi só amor.
Hoje, em meio a esse meu devaneio, vivo minha paz, divido se necessário,
agrego se preciso for,
mas, só com aqueles que se permitem chegar...com muito amor para dar...
Herta Fischer.
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