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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

sábado, 6 de abril de 2024

Silencio da palavra

 Penso, logo me calo. Em escritas me consolo.

Ergo meus silêncios aos céus,
para então ouvir.
Essa ausência murmura na alma, a espera de
um cântico qualquer.
Como aquele que embala a árvore de um pássaro
Nada mais é como é.
Tudo se perdeu nas poças
Barros que afundam a mensagem
Arrogâncias que pulam pra fora
Nada pra se dizer.
Hertinha Fischer.

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