"Bela mesma é a flor que chora doce, por amar seu beija flor!"
Que tudo acabe em poesia e que os fossos se abram em luz...
O sol se levanta todos os dias, embora nenhum olho consiga olhá-lo de frente!!!
Que será o sonho, senão realizar?
Acordar toda manhã com o sonho na palma das mãos. pois, deixar o sonho na cama é o mesmo que deixá-lo á morrer pela manhã....
Mantenho as comportas abertas, detesto reter.
Nenhum professor retém para si
o saber, porque o saber, só, não vale nada.
O saber só se expande quando não temos
medo de doar. Nem vendemos sonhos, nem
sonhamos por ninguém...
Se quiser ser rainha, procure por um rei
Eu queria ser a poesia que falta em sua vida..
Mas, se não gosta de poesia,
então. que posso fazer, senão chorar em papel...
Hertinha
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Restos do resto
Tento falar de outras coisas, mas elas sempre acabam sendo as mesmas. Os encontros viraram vazio, quem ainda se conhece? A cama guarda o car...
sexta-feira, 10 de março de 2017
Ir e ir, o tempo não da tréguas.
Sai de madrugada a rastejar meus pés na relva
molhada, pelas manhãs de meu existir.
sem nada que me definisse, a não ser
o meu andar.
Mergulhada em meus desejos, pronta para
entrar na história, fui indo e vindo
quase sem memoria, até descobrir as dores.
As dores que de amores saem, para um lado
e para o outro caminham, sem deixar
lugar vazio.
Ah! se tudo fosse luz, que seria do descanso
que precisa emergir?
Ah! se tudo fosse treva, que seria dos
olhos que desejam ver?
Me regozijei em tudo o que me alcançou
e não conseguiu me passar, aprendi
a ser rápida, justamente para isto.
Ir e ir, sempre ir.
Não importa como, se em dores ou em sorrisos,
a vida não dá tréguas para nada.
Acontece em todas as horas, num infinito criativo,
além do querer ou do poder.
Eu teria parado naquele instante, se eu pudesse,
no instante do primeiro amor, Ah! mas, ele se foi
nem sei para onde.
E o meu coração se curou nos braços do tempo,
com uma paixão sem igual me forçou a ir
em frente...
Ir e ir.....
A descobrir
Hertinha
molhada, pelas manhãs de meu existir.
sem nada que me definisse, a não ser
o meu andar.
Mergulhada em meus desejos, pronta para
entrar na história, fui indo e vindo
quase sem memoria, até descobrir as dores.
As dores que de amores saem, para um lado
e para o outro caminham, sem deixar
lugar vazio.
Ah! se tudo fosse luz, que seria do descanso
que precisa emergir?
Ah! se tudo fosse treva, que seria dos
olhos que desejam ver?
Me regozijei em tudo o que me alcançou
e não conseguiu me passar, aprendi
a ser rápida, justamente para isto.
Ir e ir, sempre ir.
Não importa como, se em dores ou em sorrisos,
a vida não dá tréguas para nada.
Acontece em todas as horas, num infinito criativo,
além do querer ou do poder.
Eu teria parado naquele instante, se eu pudesse,
no instante do primeiro amor, Ah! mas, ele se foi
nem sei para onde.
E o meu coração se curou nos braços do tempo,
com uma paixão sem igual me forçou a ir
em frente...
Ir e ir.....
A descobrir
Hertinha
Rasgando sonhos
Estou aqui a rasgar meus sonhos
que sonhado sonhou
ficar.
E sonhando a ida ao longe
já saiu do seu lugar.
Sonho então um pouco
mais distante se ainda
me restam alguns,
que de tanto passar ficaram
quase que sem nenhum.
Vejo ao longe a qualquer
distância, mescla de um
grande sonho, que já se
desenvolveu em si, que
me alegra e sempre volta
quando ainda estou aqui.
Tentei alcançar as nuvens
sonhando que podia, acordei
banhada pelo
calor do meio dia. sem nuvem, sem
céu, sem cria.
E neste dilema eu vou, nem sonhar
mais eu quero, só pisar este chão
que me acorda quando penso
que sonhar já não é meu esperar.
Hertinha
que sonhado sonhou
ficar.
E sonhando a ida ao longe
já saiu do seu lugar.
Sonho então um pouco
mais distante se ainda
me restam alguns,
que de tanto passar ficaram
quase que sem nenhum.
Vejo ao longe a qualquer
distância, mescla de um
grande sonho, que já se
desenvolveu em si, que
me alegra e sempre volta
quando ainda estou aqui.
Tentei alcançar as nuvens
sonhando que podia, acordei
banhada pelo
calor do meio dia. sem nuvem, sem
céu, sem cria.
E neste dilema eu vou, nem sonhar
mais eu quero, só pisar este chão
que me acorda quando penso
que sonhar já não é meu esperar.
Hertinha
quarta-feira, 8 de março de 2017
Nós sem nós
Não gosto de falar de mim, nem dos outros, as vezes até comento sobre algum acontecimento e outro, mas não fico remoendo ações
que me entristecem, simplesmente por estar neste mundo nas mesmas condições que todos.
Nascemos sem bagagem alguma, nascemos sem nem mesmo saber qual seria nosso nome, como seria nossos pais, como nós seríamos de verdade. Éramos crus, e fomos desenvolvendo em nós a capacidade de sentir, ou melhor, de se saber sentimento, de se dar conta do sentir. os caminhos que caminhamos não são os mesmos, embora sejam todos feitos da mesma forma. Alguns são de terra, outros de asfalto, outros ainda nem se fizeram, pois não sabemos o dia de amanhã, talvez se abram outras oportunidades que nem conhecemos. Vivemos sujeitos a escuridão, neste caso não é a escuridão do mal, e sim, a escuridão da visão do entendimento, pois nem sabemos ao certo, para onde vamos, só sabemos que viemos de dentro do útero, e depois, será que ficaremos plantados na terra para sempre?
Minha fé diz que não, que um dia o nosso corpo ressurgirá, assim como a semente que brota, e que alçaremos ao céu, pela mão do criador, quando então, aquele sentimento que se aflige em nós, que da margem a tanto sofrimento, se afoba até o ultimo momento, se tornará NÓS!
Nós sem nós!
Herta Fischer (Hertinha)
sexta-feira, 3 de março de 2017
Cheiro de juízo
Se a gente ficar pensando em todos os males que se cometem no mundo tentando fazer-se resolver todos. Ai, sim, precisaríamos de muitas vidas...
Antes do seu nascimento, coisas aconteciam e você nem estava la para se dar conta.. Deixa as águas rolarem, até que se completem os dias de Deus, Então, se você acreditar, a justiça será plena...
Tem coisas que acontecem que tem cheiro de juízo. Em toda a terra se fará lembrar o Nome de Deus, e todo joelho se dobrará por Aquele que Vem.
Hertinha
quarta-feira, 1 de março de 2017
A escolha da vida
Tão bom sentir o cheiro molhado
na noite, quando uma chuva fina
molha o telhado, e num tilintar
das gotas dançantes
nos enche de nostalgia.
Não de passado, mas de lembranças vividas.,
de sorrisos esquecidos, de amores apagados,
de emoções soterradas no tempo.
A chuva é como despertar em nós
uma vontade de voltar, de se resolver por dentro,
de fazer coisas que não fez, de falar o
que engoliu, de por para fora antigos
sonhos que nunca chegaram a crescer.
Porque será que a gente nunca sabe viver,
vive-se pouco, porque não pode-se viver tudo?
Quantos beijos ficaram na memoria, sem
nunca chegar a boca, quantas palavras não ditas pelo medo
de errar?
E quantas saídas apressadas desejosas para ficar.
Desperdicei-me!
E desperdiçando-me perdi muitas experiências boas, mil
coisas boas.
E agora me vejo diante do espelho, que me olha por fora,
que me mostra o que não quero ver. pois
quando me via, nem me dava conta de que ainda podia!
Nunca é tarde! diz-me alguns.
Sempre é tarde quando não se faz por medo, porque
a manhã não espera por nossa decisão,e quando
tomamos uma decisão, a tarde já tomou conta e levou
um pouco de nós.
E nunca mais seremos os mesmos, nem que se volte o tempo.
Porque o espaço deixado já foi resolvido, de uma outra forma que não foi
eu.
Então, dar marcha a ré no tempo, só em pensamento
e arrependimento.
Ou se acolher em outra historia e dizer: Não foi bem minha escolha,
mas, a vida escolheu por mim.
E viver o que nos cabe. E fazer
o que se sabe, sabe-se lá, como?
Herta Fischer (hertinha)
na noite, quando uma chuva fina
molha o telhado, e num tilintar
das gotas dançantes
nos enche de nostalgia.
Não de passado, mas de lembranças vividas.,
de sorrisos esquecidos, de amores apagados,
de emoções soterradas no tempo.
A chuva é como despertar em nós
uma vontade de voltar, de se resolver por dentro,
de fazer coisas que não fez, de falar o
que engoliu, de por para fora antigos
sonhos que nunca chegaram a crescer.
Porque será que a gente nunca sabe viver,
vive-se pouco, porque não pode-se viver tudo?
Quantos beijos ficaram na memoria, sem
nunca chegar a boca, quantas palavras não ditas pelo medo
de errar?
E quantas saídas apressadas desejosas para ficar.
Desperdicei-me!
E desperdiçando-me perdi muitas experiências boas, mil
coisas boas.
E agora me vejo diante do espelho, que me olha por fora,
que me mostra o que não quero ver. pois
quando me via, nem me dava conta de que ainda podia!
Nunca é tarde! diz-me alguns.
Sempre é tarde quando não se faz por medo, porque
a manhã não espera por nossa decisão,e quando
tomamos uma decisão, a tarde já tomou conta e levou
um pouco de nós.
E nunca mais seremos os mesmos, nem que se volte o tempo.
Porque o espaço deixado já foi resolvido, de uma outra forma que não foi
eu.
Então, dar marcha a ré no tempo, só em pensamento
e arrependimento.
Ou se acolher em outra historia e dizer: Não foi bem minha escolha,
mas, a vida escolheu por mim.
E viver o que nos cabe. E fazer
o que se sabe, sabe-se lá, como?
Herta Fischer (hertinha)
Compreendendo Deus
Quando andava cambaleante pelos caminhos
da ignorância, sempre escutava os sons
que vinham de fora, incendiando
a minha alma já sedenta de tudo.
E me falavam de Deus, E eu não conseguia
absorver nada que eu não pudesse tocar.
Estando num jardim, observando as flores
que se abriam na primavera, e no outono
já não estavam mais lá., eu pensava
para onde iriam.
Onde estavam, para onde foram?
Até que conheci a morte de perto, e me arrependi
do que não entendia.
Meu avô se foi, e meu pai nos levou
até ele, e eu, tão inocente em meu viver, o
vi, ali inerte, com mescla em seu olhar azul.
Assim como as flores o outono esteve ali, e o
levou, mas, deixou o corpo vazio, assim, como
o caule sem cor.
Levaram-no sobre a carroceria de um caminhão,
em uma caixa fechada, sem nada por dentro, só o lamentar
invisível de sua dor.
Eu o via e não enxergava, imaginava o sorriso perdido,
o sonho desfeito, a luta apagada e sem nexo.
Quando pararam e a caixa baixaram, não consegui
entender para onde o levavam, até chegar em uma terra
árida, sobre a terra fria, e o plantaram ali.
Foi então que pensei: vai brotar algum dia, e o azul
singelo de seu olhar desabrochará em certa manhã,
E o perfume que o acompanhou por tantos anos, e a bondade
que era a sua marca. Deus o achará.
Deus! veio em minha mente, aquele Deus tão falado
e desconhecido, na orla do meu querer,
Como a flor se despede em cada tempo, e sobre
o sereno descansa, É Deus levando e trazendo,
Deus em sua ordem natural. Então Deus sempre estivera ali.
Assim como meu avô, que nunca seria esquecido, Deus o acompanhava
em todas as estações, quando despertou e quando virou semente
e foi plantado de novo na terra, que algum dia seria trazido de volta
na próxima estação de um sonho qualquer de menina.
Tudo ficou claro, ou quase. Alguma esperança despertou aqui dentro,
Já não me sentia tão distante da verdade. Deus é a essência que acompanha
os mortais, o crer é tão necessário, quanto viver.
Não pode a vida ser só isso, eu pensava:
um eterno despertar e dormir e morrer.
Assim como o ar se enche de perfume na primavera, e depois se vai, deixando
no ar um cheiro de pó, quando as folham caem no outono se preparando
para novas folhas que chegam, não sei bem de onde vem, sei que, apenas brotam,
e se enchem de cores novamente, e o galho, aparentemente morto, volta a vida, assim Deus
também fará com o homem.
Deus é a vida. Deus é a própria vida que se faz.
Herta Fischer (Hertinha)
da ignorância, sempre escutava os sons
que vinham de fora, incendiando
a minha alma já sedenta de tudo.
E me falavam de Deus, E eu não conseguia
absorver nada que eu não pudesse tocar.
Estando num jardim, observando as flores
que se abriam na primavera, e no outono
já não estavam mais lá., eu pensava
para onde iriam.
Onde estavam, para onde foram?
Até que conheci a morte de perto, e me arrependi
do que não entendia.
Meu avô se foi, e meu pai nos levou
até ele, e eu, tão inocente em meu viver, o
vi, ali inerte, com mescla em seu olhar azul.
Assim como as flores o outono esteve ali, e o
levou, mas, deixou o corpo vazio, assim, como
o caule sem cor.
Levaram-no sobre a carroceria de um caminhão,
em uma caixa fechada, sem nada por dentro, só o lamentar
invisível de sua dor.
Eu o via e não enxergava, imaginava o sorriso perdido,
o sonho desfeito, a luta apagada e sem nexo.
Quando pararam e a caixa baixaram, não consegui
entender para onde o levavam, até chegar em uma terra
árida, sobre a terra fria, e o plantaram ali.
Foi então que pensei: vai brotar algum dia, e o azul
singelo de seu olhar desabrochará em certa manhã,
E o perfume que o acompanhou por tantos anos, e a bondade
que era a sua marca. Deus o achará.
Deus! veio em minha mente, aquele Deus tão falado
e desconhecido, na orla do meu querer,
Como a flor se despede em cada tempo, e sobre
o sereno descansa, É Deus levando e trazendo,
Deus em sua ordem natural. Então Deus sempre estivera ali.
Assim como meu avô, que nunca seria esquecido, Deus o acompanhava
em todas as estações, quando despertou e quando virou semente
e foi plantado de novo na terra, que algum dia seria trazido de volta
na próxima estação de um sonho qualquer de menina.
Tudo ficou claro, ou quase. Alguma esperança despertou aqui dentro,
Já não me sentia tão distante da verdade. Deus é a essência que acompanha
os mortais, o crer é tão necessário, quanto viver.
Não pode a vida ser só isso, eu pensava:
um eterno despertar e dormir e morrer.
Assim como o ar se enche de perfume na primavera, e depois se vai, deixando
no ar um cheiro de pó, quando as folham caem no outono se preparando
para novas folhas que chegam, não sei bem de onde vem, sei que, apenas brotam,
e se enchem de cores novamente, e o galho, aparentemente morto, volta a vida, assim Deus
também fará com o homem.
Deus é a vida. Deus é a própria vida que se faz.
Herta Fischer (Hertinha)
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