Só tenho a mim como resposta, e às vezes a pergunta nem é feita. Ando sem rumo mesmo quando acredito estar no caminho certo. É cansativo demais tentar entender nossos próprios propósitos. Qual é o objetivo? Como diz o velho ditado: nadar, nadar e morrer na praia! Como todos os dias que passam, como tudo que se, como tudo que se sonha — aproveita-se por instantes. É como se apaixonar; começo maravilhoso, tristeza depois de um tempo. Jardins que se desfazem, jogos que se perdem, ilusões que se quebram. Vai-se porque é preciso ir, volta-se porque se foi. Minha cabeça gira como um cata-vento; deveria não me importar, mas me importo. Deveria esquecer, mas lembro, e, ao lembrar, dói.
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Eco da alma
Havia tantas portas fechadas que abri-las já não importava. Sempre haveria um lugar onde o tempo se encostava. Segurava-se a uma espécie de ...
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
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