Quase ninguém vê. E o que ninguém vê é o meu palco.
Gosto da solidão, pois ela me acolhe melhor do que as pessoas.
Sozinha, há mais contemplações e diferentes formas de admirar, sem que meus olhos se percam.
Falar sem palavras ou declamar as levezas do coração para si mesma é como escrever um livro não lido, mas cheio de significado para a alma.
Tumultos ferem meus ouvidos, e a multidão me perde em si mesma.
Tenho vontade de sair, inventar, transmitir, aprender e, por que não, ensinar. Mas o mundo vive dentro de uma redoma.
Herta Fischer
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