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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Cerca invisível

Quase ninguém vê. E o que ninguém vê é o meu palco.


Gosto da solidão, pois ela me acolhe melhor do que as pessoas.


Sozinha, há mais contemplações e diferentes formas de admirar, sem que meus olhos se percam.


Falar sem palavras ou declamar as levezas do coração para si mesma é como escrever um livro não lido, mas cheio de significado para a alma.


Tumultos ferem meus ouvidos, e a multidão me perde em si mesma.


Tenho vontade de sair, inventar, transmitir, aprender e, por que não, ensinar. Mas o mundo vive dentro de uma redoma.

Herta Fischer



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