Não ha nada que me prenda, nem que me solte,
pois a vida não depende disto,
vivemos amarrados mesmo estando soltos.
Como o sol que todo dia nasce no mesmo lugar, e
incansável realiza o seu trabalho, assim somos nós,
na sobrevivência exigida.
O que se come ou o que se bebe de nada aproveita,
no instante seguinte cai no esquecimento.
Então porque a luta?
É um limpa e suja, é um suja e limpa,
um faz e desfaz danado.
Ouço, vejo e sinto, mas, nada de concreto ,
desaparece, aparece, tateando no escuro.
Que sinal é esse o qual nós esperamos,
quando a alegria é só por um momento.
Num momento a alegria, logo atras vem a tristeza,
num segundo uma luz de emoção que depressa demais se apaga.
Eu queria andar descalça, com a lua a me olhar,
para esquecer que a vida é essa ilusão
da procura e do esquecimento...
Autora: Herta Fischer direitos reservados
Total de visualizações de página
Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
Queria novamente as estradas que percorriam minha alma, corajosas com suas nuvens de pó a fechar meus olhos. Dando nome ao novo, sussurrando...
-
Ando em linha reta pelos caminhos tortos, morro um pouco, mas não por completo. Sei que a justiça tarda, mas, um dia, ela trará as sua...
-
Eis que ainda brilha a esperança no pó da estrada. Sem cavaleiro, o cavalo troteia; sem trovador, os versos encontram seu destino. Ainda se ...
Nenhum comentário:
Postar um comentário