Eu preciso de um sorriso para me sentir mais leve!
Já passei pela vida como um furacão enfurecido. Vivi quase sem perceber que o tempo passava depressa.
Se soubesse teria aproveitado mais!
Se soubesse que seria tão sofrida essa minha vida, teria me alegrado mais.
O sol se pôs tão depressa quanto nasceu, a penumbra chegou para mim.
Ao me olhar no espelho, quase não me reconheço, pois todo o sorriso já se apagou..
E aquela vontade de correr mais depressa que o tempo já se esgotou.
Agora, ao invés de correr, queria era estacionar em qualquer esquina,
só pra ver as pessoas passando, sonhar os mesmos sonhos que todos estão sonhando.
Ter o tempo que não tive, viver o que deixei de viver, sentir até mesmo o que não tem mais sentido.
Enquanto existia tempo, eu não me importava com o tempo que gastava perdendo tempo.
Ao olhar para trás, sinto vontade de ainda estar lá.
Quero aproveitar pra pedir desculpas ao próprio tempo que não tem culpa do estrago que me causou.
Os braços estão estendidos, mas as forças não o suportam, a pele antes tão firmes, revelam hoje que não estão mais.
Voltar é impossível, o que não fiz, não da mais para fazer, o que não vivi, não da mais pra reviver.
Todos os sonhos que não realizei o tempo levou com ele.
Este restinho de tempo que me sobrou, tento alertar os jovens a aproveitar o seu tempo, antes que não reste mais tempo para realizar.
Sonhem, conquistem, vivam tudo que tiver que viver, não tenham medo de ser feliz!
Para nunca se arrependerem do que deixaram de fazer!
Autora: Herta Fischer direitos reservados
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Eco do fim
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
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