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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

sábado, 17 de maio de 2025

Olhar que nada perde

Nem preciso de muito espaço, 


já tenho meu cantinho verde, 

abraços das árvores a me envolver. 

Sorrisos nas ruas se abrindo, 

afastando todos os cansaços. 

Portas que vão se abrindo, 

pessoas saindo, 

crianças da calçada surgindo, 

tornando meus sonhos mais belos. 

Meus olhos giram ao redor, 

nuvens que do céu não se soltam, 

estrelas que o ar escolta, 

e o mar sereno que nunca se revolta. 

Tintas lançadas no ar, 

no encontro do sol e da chuva, 

desenhando curvas suaves 

para o arco-íris formar. 

E a alma se alimenta, 

do que vê e do que sente, 

o corpo nunca desmente 

a alegria que às vezes se ausenta. 


Hertinha Fischer

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