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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

domingo, 5 de maio de 2024

Deleite com café

A janela, onde o sol nasce, sobe as escadas floridas e ali permanece, sentado, até que a porta da poesia se abra, lá pelas bandas das letras. Perfume se espalha, bem-te-quer canta, aquecendo qualquer coração. Ah, nem precisa de conto, os olhos se encantam, repousando suas amarguras. Um deleite acompanhado de café numa xícara de cristal.

Hertinha Fischer.

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