A janela, onde o sol nasce, sobe as escadas floridas e ali permanece, sentado, até que a porta da poesia se abra, lá pelas bandas das letras. Perfume se espalha, bem-te-quer canta, aquecendo qualquer coração. Ah, nem precisa de conto, os olhos se encantam, repousando suas amarguras. Um deleite acompanhado de café numa xícara de cristal.
Hertinha Fischer.
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