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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

Meu cérebro tem fome

 Nunca ajuizei. Carrego muitas letras, dentro do peito, que se transformam em coreografias alfabéticas. Os ideais são meus, contados em pequenos trechos, Não espero que todos compreendam, nem se avexem, quando não compreendem. Não sou letrada de nascença. Tive muita dificuldade para aprender e continuo, através, da prática, a desenvolver alguma forma de manter o cérebro funcionando.

Hertinha Fischer.

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