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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

sábado, 20 de janeiro de 2024

Logo depois, vento

 E o dia que ontem era hoje, futuro presente, passado.

E o tempo que nunca distante, sempre a frente,
de trás pra frente
E nós que fomos e somos, mistura de tantos fores e seres
Cinzas em potes quebrados, ruinas, em terra, encerrados.
Que livre que somos e sumos, vaidade de fogos e fumos
Sumindo entre rimas e rumos, do inteiro, só bagaços sem sumo.
Saudade de ires e vires, Volta a volta, voltando, indo e o tempo, cobrando. Quem se terá no após, quem se dará no depois,
doravante, quem fomos ou somos,
E a que tempo nós nos compomos?
Hertinha Fischer.

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