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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

sábado, 19 de novembro de 2022

Plano pessoal: Quem somos?

 Entre luas e sóis, me conduzi, pelas promessas de viver

Percorrendo planetas de necessidades, absorvendo energias magnéticas

do pré-existente

Encantada com as luzes que a aurora despejava, pela manhã, em potes de favores.

Dentro de minha historia havia enredo ao redor, E tudo se complementando

como fios a tecer.

Mãos abençoadas, cheias de força, vontade imensa de ir além, flores que desabrocham

por cima dos caules, tão diferente e tão ligadas. Participando do mesmo baile, convertendo no mesmo ritmo, aliados a mesma alegria.

Eu, participante, como funcionalidade de algo superior, sem, no entanto, saber, ao certo, por onde entrei, nem, de que modo, saio.

Pontos brilhantes me sondam á noite, enquanto meu corpo fica inerte e vivo, entre um sonho e outro, até despertar, para, novamente, ser inserido em outro momento, no mesmo espaço que ocupo.

Por que vivo, se morro? Será só para suprir a necessidade do espaço?

Ou algo superior ao conhecimento há que não posso compreender?

Deus é melindroso em seus acasos - não se mostra nem nos dá sabedoria para entender quem realmente somos e com que finalidade nos fez, já que é supremo em si mesmo.

Talvez, sejamos parte d'Ele mesmo, assim, como, o sal, faz parte do mar. Talvez, Ele viva em nós como células compondo corpo, e vida compondo transito. Se transforma, em muitos, sendo um só.

Cada um trabalhando para a continuidade do tempo em cada estação de tempo - entre virtudes e vícios.

Hertinha Fischer









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