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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Comemorando a escrita

 Escrevo por que escrevo,

de escrever  não tenho medo.

palavras que são remédios,

e tem muito que é placebo.

Tenho alma no coração

e luz nas pontas dos dedos.

Tem doce que nem açúcar

tem como limão, muito azedo.

Rimas, versos e poemas,

historias com muito enredo.

Escrevo com muita cautela

e, as vezes, muito me excedo.

Muitas palavras memoradas

em teclas eu sento o dedo,

As claras na consciência,

outras anuviadas feito bêbado.

Assim, curtindo a vida,

rápida feito um torpedo.

Algumas vezes com fú

ria, outras vezes, retrocedo.

Quando estou inspirada, escrevo,

e muitas vezes, fico chupando o dedo.

Hertinha Fischer


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