Teve um tempo que eu não via maldade, as vezes, me
colocavam em saia justa, mas,
eu só via como defeito, e ria.
Depois de algum tempo, de tanto levar bordoada, de tanto falarem na maldade humana,
que eu comecei a enxergar, Não gostei! Fiquei muito triste pelas pessoas perdendo seu tempo com invejas, ciúmes e sei mais lá o quê.
Eu não queria nada das pessoas a não ser respeito e amor,,Só isso! Era pedir muito?
Então, de estado puro, me transformei em estado bruto, e fui cada vez me endurecendo mais e mais.
Me tornei casca grossa, ninguém ousava quebrar, ou arrancar de mim nada que não fosse desprezo, com exceção de alguns.
Os que me davam, recebiam o mesmo e na mesma medida.
Me enfiei em mim e só acreditava naquilo que via, me afastei das pessoas e a amargura era minha virtude.
Até que, em um certo momento despertei daquele sono que me impunham, e voltei ao estado puro. Passei novamente a ter olhos para o que era e é belo, Não olho mais para as pessoas com olhar de defesa, nem uso mais meu ferrão, Estou liberta para o amor maior, acreditando que as pessoas não são o que dizem, nem tão pouco o que fazem, elas são o que elas defendem.
É para Deus que eu realizo..Esse fôlego que me mantém viva é a fé que
me sustenta...
Herta Fischer.
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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
sexta-feira, 3 de junho de 2016
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