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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Pensando como criança

Volto a pensar como criança.
Estou envolta em alegrias, sem me preocupar
com as horas, deixo
isto aos encargos dos relógios.  Para mim, não existe tempo,
apenas vida em mim, e em tantos.
Como seu cavaleiro confiante em seu cavalo, me sinto
bem em cavalgar no silêncio, é onde minha alma se sente melhor.
Não é o que como,  que me satisfaz, mas a energia que
contém nos alimentos, então, o viver é mais importante
do que se consegue vivendo.
Quando amei pela primeira vez, eu amei com tanta
força que quase me despedacei, até entender que o
sentimento muda, e que a gente sobrevive apesar de...
Apesar de saber que não é como e quando quero, e sim,
quando me deparar com o inevitável, quando me deparar com quem
desejar o amor naquele mesmo instante de olhar.
Nunca dei muita atenção a enfeites, quero ser eu, sem mediocridade,
sem mascaras.
Assim como uma criança não olha para espelhos, pois
a pureza os define, assim, também quero ver, com
olhos brandos, somente onde haver luz, para que eu possa exergar,
de fato, sem precisar apalpar para perceber.
Sentir o gosto, mais que olhar, pois uma vez apreciando o gosto,
 este nunca muda, Já da beleza, não posso dizer o mesmo.
 Herta Fischer





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