Tantos risos sem graça
Tantas tramas e trapaças
Tantos sonhos e arruaças
Nínguém nas praças
Só whiskys e cachaças
Tropeçando nas muchachas
Todo mundo viajando
Sem saber pra onde vai
Na eia, na veia, na nóia
No sabor da paranóia
No dirigivel sem navegador
Na vida que nada aproveita
No sabor quase sem gosto
Na palavra que não diz nada
Na vida que se esgotou
Juventude que sabe tudo
Velhice que não sabe nada
Olhos soberbos que nada veem
Coração seco e sem valor
Fé que não acredita no poder
Mas não explica de onde vem
Só quem pensa sabe que se existe
Um projetista e um executor
autora: herta fischer
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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
terça-feira, 16 de agosto de 2011
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