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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quinta-feira, 3 de abril de 2025

Memória de escultor

 Guardo na minha quietude tantos rostos, na memória, tantos momentos. Ainda há encontros quando a distância os torna impossível. Tenho as minhas estradinhas invisíveis, por onde ainda andam tantas promessas, sorrisos, passeios, palavras, que o passado não conseguiu enterrar. Muitas vezes, quando me entristeço, gosto de chamar a noite, a penumbra me trás lembranças e enumero um a um. Posso estar esquecida, mas, nunca me esqueço. Tenho memória de escultor.

Hertinha Fischer.

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