Ilusão pensar que podemos,
ilusão pensar que sabemos,
de ilusões em ilusões nossa alma se consome,
a esperar pelo quê,
pelo fim?
pois sempre que há um recomeço, menos tempo se tem.
De galho em galho, o macaco se cansa,
na esperança de uma fruta ou outra,
e muitas vezes passa fome,
até mesmo nas estações mais privilegiada.
A chuva nem sempre é serôdia, o alimento nem sempre são manás,
a procura pelo que não vejo,
é a única saída.
mesmo as vezes desconfiando,
da minha própria delicadeza.
São pães secos ao redor da mesa,
pouco alimenta, muito se engasga,
do pouco que se tem, todos tiram sua porção,
mas, de tão pouco, que do pouco não se enxerga.
Sinto que aos poucos, me entrego nesta ilusão que passa.
de viver em decorrência, do muito que me faltou,
do tanto que me consumiu,
o correr atrás do vento....
Autora: Herta Fischer. direitos reservados
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terça-feira, 6 de agosto de 2013
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