Estou muito constrangida em ser humana...Que raça!
Sei que não somos todos iguais, mas, dentro desse jogo da vida, parece que viramos ratos.
Cada um procura um jeito de se dar bem, passando por cima de todos, como se não valêssemos nada.
Onde anda a justiça? Ou ela se transformou em cédula?
Nada é mais cruel que o descaso pela vida, parece que há uma certa escolha. Quem vive ou quem morre?
Tudo depende de quem tem mais. Quem tem, vive! Mas quem não tem, que se cuide!
A ganância do homem tomou proporções absurdas, E o roubo regularizado é um escândalo.
Todos viramos escravos da situação, brancos , negros , amarelos, trancafiados num porão melindroso, onde a única esperança é a própria esperança.
Uma mentira! Liberdade que não é liberdade. Pagamento de uma divida que não devemos. Uma forma nova de escravidão, talvez menos sofrida, mas, não menos injusta.
Pagamos por algo que nunca teremos, ou pagamos um alto preço por tão pouco.
Enquanto os traficantes tomam banho em seus altares, o pobre fica atrofiado em seu vicio no plano mais baixo da sociedade.
Enquanto os governantes negociam suas imoralidades, o pobre se empoleira como galinhas poedeiras que sustentam seus ditadores.
Não vejo futuro, mas, se houver um futuro, será somente para aquele que mais sabe enganar.
Autora: Herta Fischer Direitos reservados
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Eco do fim
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sábado, 23 de março de 2013
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