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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Desconforme

 Dessas trocas, me abstenho.

não quero dar nem receber.

enfraqueci sobremodo,

já nem quero perceber.

Havia navio nestas águas
com leme e bom timoneiro
o que antes era lento,
agora, passa ligeiro.
De uns tempos, já sem tempo
que o tempo se demorou
ruínas e galhos quebrados
em tempos que já passou
Um brilho quase apagado,
nuances de tristeza e dor
O que ainda resta
é amar o próprio amor.
Ainda há uma janela aberta,
canções entrando por frestas
um pouco de esperança e crença
alegria fazendo serestas.
Ha de ser apenas um dia
uma noite, talvez duas ou três
a me embalar em sonhos
de novo,
fazendo-me viva outra vez.
Hertinha Fischer

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