Já vivi muito, sonhei muito, mas realizei pouco..
Encontrei o meu caminho já no final da estrada.
Não ha volta, nem recomeço, há sim, uma continuidade.
Se não aproveitar o tempo, ele passa,
e se o aproveita, ele passa do mesmo jeito.
Vivemos um dilema, ou somos a sombra dos outros
ou carregamos nossa culpa.
Mas, carregamos culpas do mesmo jeito,
quando vivemos o que queremos.
Sempre enclausurados na deficiência da sociedade,
sonhando sem poder realizar.
Condenados a viver no mesmo espaço, entre grades e cansaço.
ouvindo os sons da rua, sem coragem pra sair.
Moldaram minha fonte
só jorra dentro do conceito
que escreveram pra nós.
Não posso seguir pra direita,
não posso ir pra esquerda,
se não deixar um bilhete
para que todos saibam
para onde eu vou
Chamam isso de amor, eu chamo de escravidão...
Herta Fischer direitos autorais reservados
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Eco do fim
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