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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Sobre os caminhos do ontem

 Poderia ser ontem outra vez,

ontem serenou, hoje o sol já secou.

Gosto da magnitude do passado

que só conta histórias,

Traz na memória uma ponta

de saudade de uma dor esquecida, 

Pontua solidez sem nota, sábia se revela,

assim como quem já comeu e saciou-se.

Agonizou em seu leito de morte, sem, no

entanto, fazer qualquer menção sobre findar.

Como uma nuvem passageira trazendo

um azul na traseira.

Cantando chuva, tramando águas para os confins.

Momento, que pudesse parar, ontem que sonha hoje e o

hoje que  sabe esperar.

Ontem poderia ser sempre, assim, não caminharia

por tantas saudades

Hertinha Fischer








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