É como o sono a bocejar em mim,
procurando o caminho
do fim.
Desenganos prósperos nas
lutas e afins
sentado no trono
a contemplar querubins.
Soneto e silêncio,
a alma padece,
nem sabe o que é ou
logo se esquece...
Entre o sol e o suspiro
da lua, que nunca se vê,
pois ainda está crua.
Andarilho de ré, de contramão
sai a rua,
Não sou e nem me conheço,
por mais que meus pés se agarrem
ao chão, ainda sou tropeço...
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