Hoje eu queria falar da intolerância, que, muitas vezes, vem com a falta
de organização na mente.
Sabe, aquela falha de alguém, que a gente leva ao pé da letra, como se fossemos incapazes de errar?
Pois é! è isso mesmo! Condenamos, sem dar a menor chance de entendermos a fraqueza humana, os desejos secretos de alguém, que acreditou piamente em algo, que passou por tantos pedaços, e que despedaçada por dentro, deu o troco.
E que, depois seguiu em frente, buscando algo que ainda não teve, que, despretensiosamente, com medo da solidão, ou pela mesma fraqueza que sente, cai no mesmo erro de antes.
E nós, que nos vemos forte, que nos julgamos melhores, que condenamos sem clemencia, ficamos devedores de perdão.
Porque precisamos de defesa quanto ao que acontece com outro, porque precisamos ficar a espreita de algo que já aconteceu?
Negando ao outro a possibilidade de sentir o nosso amor, só porque não despertou nele(a) o sentimento desejado?
A terra oferece e não nega a complacência, a chuva oferece e não nega refrigério, os rios oferecem e não negam as bodas. Mesmo que toda a criação se esqueça de oferecer gratidão...
Herta Fischer
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Eco do fim
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