É como o sono a bocejar em mim,
procurando o caminho
do fim.
Desenganos prósperos nas
lutas e afins
sentado no trono
a contemplar querubins.
Soneto e silêncio,
a alma padece,
nem sabe o que é ou
logo se esquece...
Entre o sol e o suspiro
da lua, que nunca se vê,
pois ainda está crua.
Andarilho de ré, de contramão
sai a rua,
Não sou e nem me conheço,
por mais que meus pés se agarrem
ao chão, ainda sou tropeço...
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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
quarta-feira, 30 de outubro de 2019
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Queria novamente as estradas que percorriam minha alma, corajosas com suas nuvens de pó a fechar meus olhos. Dando nome ao novo, sussurrando...
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Ando em linha reta pelos caminhos tortos, morro um pouco, mas não por completo. Sei que a justiça tarda, mas, um dia, ela trará as sua...
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Eis que ainda brilha a esperança no pó da estrada. Sem cavaleiro, o cavalo troteia; sem trovador, os versos encontram seu destino. Ainda se ...